quarta-feira, 17 de junho de 2015

Spotify completa um ano com geração de usuários que nunca pagou por música

O Spotify, considerado o maior serviço de streaming de música do mundo, chegou ao Brasil no fim de maio de 2014. Desde então, a empresa diz que teve crescimento substancial  (a companhia não cita quantos usuários tem localmente) . Nesse período, a companhia diz que 79% de sua base de usuários é composta por uma faixa etária peculiar: 18 a 34 anos.
Essa geração, conhecida como "millennials" ou Y, cresceu com a internet e, praticamente, nasceu consumindo música por meios digitais. A maioria da experiência de música digital desse público veio de serviços de distribuição de arquivos piratas, como sites de torrent ou de compartilhamento ponto a ponto, como o Napster.
"Isso significa que a maioria dos nossos usuários no Brasil é de pessoas que nunca pagaram por música antes", disse Gustavo Diament, diretor geral do Spotify para América Latina, em entrevista ao UOL, na sede da companhia em São Paulo.
A empresa fundada em 2006 na Suécia conta com 75 milhões de usuários ativos e atua em 58 países. Desses usuários, 20 milhões utilizam uma conta premium: pagam uma mensalidade, podem ouvir músicas sem propaganda e sem precisar estar conectado à internet.
Minimizando a ameaça da companhia mais valiosa do mundo ao seu negócio, com o recém-lançamento do Apple Music, o fundador do Spotify disse que a indústria é grande o suficiente para vários concorrentes e que sua empresa não precisa ser a número 1."Acredito que é o suficiente estar entre os três maiores", disse Daniel Ek, diretor-executivo do Spotify, ao jornal de negócios sueco "Dagens Industri".
Em conversa com a reportagem, o diretor geral do Spotify da América Latina falou sobre a cantora Taylor Swift que removeu todo seu acervo da plataforma de streaming, a estratégia para crescer no Brasil e o trabalho de "evangelização" para as pessoas entenderem o que é streaming.

1 comentários:

Eduardo Pacheco disse...

Excelente conteúdo!