quarta-feira, 9 de abril de 2014

Apesar de ter 130 000 dos 140 000 ingressos vendidos para os dois dias, a organização do festival falhou na questão da mobilidade do público dentro do evento e as longas distâncias entre os palcos.

A edição de 2014 do Lollapalooza foi marcada por altos e baixos, literalmente. A nova sede do festival, o Autódromo de Interlagos, e sua dimensão, com um terreno repleto de subidas e descidas, dividiu opiniões. Entre os pontos elogiados pelo público estão a bela decoração e o visual panorâmico proporcionado pelas áreas mais elevadas do local. O posicionamento dos palcos principais, montados em alguns aclives dos contornos da pista de corrida, também ajudou a visualização dos shows para os espectadores que ficaram longe das bandas.
Já as longas distâncias entre um palco e outro, algumas que levavam cerca de meia hora de caminhada, fizeram os fãs de carteirinha do festival sentirem saudade do antigo modelo do Jockey Club. Quem tinha a intenção de acompanhar diferentes atrações, que se apresentavam em horários muito próximos, desistiu da ideia. Além das peregrinações -- que mais pareciam um treino para a São Silvestre --, o público teve que enfrentar aglomerações dignas de metrô no horário de pico, o que causou mal estar entre as pessoas.
A aglomeração, no entanto, será comemorada pela empresa Time For Fun. Segundo a organização, 130 000 ingressos dos 140 000 disponíveis para os dois dias foram vendidos, sendo 70 000 somente no sábado. A adesão dos espectadores era visível, já que os palcos ficaram lotados em todas as atrações principais do festival.
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