quinta-feira, 4 de abril de 2013

RPM cria um novo parâmetro para a falta de senso de ridículo



Confesso que ainda estou chocado com o que você vai ver. Inicialmente, eu não tinha a intenção de abordar este assunto aqui, mas ter assistido ao clipe que o RPM acabou de soltar não apenas me tirou o sono e o bom humor, mas também trouxe à tona a impressionante falta de contato com a realidade que determinados artistas exibem ao longo da carreira.
Antes de prosseguir, peço a você a gentileza de assistir até o final o clipe acima.
Ok, vá vomitar no banheiro. Eu espero...
Pois bem, agora que você voltou a se sentar à frente deste texto, tenho que explicar que esta música ridícula do RPM, “Vidro e Cola”, é de 2011. É, 2011!!! O que leva um grupo a gravar um clipe para “promover” uma canção lançada dois anos atrás é um mistério que deveria ser estudado pelos maiores profissionais do marketing artístico mundial.
Só que isto, mais o fato da referida música ser um dos troços mais ridículos da história da música brasileira fica em segundo plano quando você assiste ao clipe e começa a sentir como se seus olhos estivessem derretendo e escorrendo pelo seu rosto.
Nenhum dos integrantes do RPM pode ser considerado como um músico principiante, amador. Então como explicar o papelão constrangedor a que cada um se submeteu nesta filmagem, com direito a bigode postiço colado embaixo do nariz? O mais incrível é que não há qualquer sinal de sátira ou galhofa. Tudo está embrulhado dentro de um repulsivo “conceito”, palavra hoje usada para designar qualquer merda que um artista faça com a pretensão de expressar alguma coisa. Onde os caras do RPM estavam com a cabeça quando criaram e filmaram isto? Nem vou comentar que os “efeitos” do clipe e o visual em si parecem ter sido filmados por alunos de Primeiro Grau não necessariamente sóbrios... (... leia mais aqui)
- Regis Tadeu, Na Mira do Regis -

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