domingo, 17 de fevereiro de 2013

Brasil é exemplo de como reduzir mortes por tabagismo, diz revista britânica

A respeitada revista médica britânica The Lancet publicou, em sua edição desta semana, uma série de cinco artigos sobre doenças não transmissíveis — que incluem problemas cardiovasculares, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas. De acordo com a publicação, o objetivo da série é chamar a atenção para a importância dessas condições, que chegaram a níveis epidêmicos e hoje correspondem à principal causa de mortalidade no mundo. Os trabalhos divulgados também sugerem estratégias para a prevenção desses problemas, como aquelas que buscam reduzir os fatores de risco para tais doenças — como o tabagismo, a obesidade e a má alimentação. O Brasil foi citado como exemplo na criação de estratégias de controle do tabagismo.
De acordo com os dados de um dos estudos divulgados pela revista britânica, das 52,8 milhões de mortes que aconteceram no mundo em 2010, 34,5 milhões, ou 65%, ocorreram devido às doenças não transmissíveis. Desses óbitos, 20% ocorreram em pessoas com menos de 60 anos de idade. Ainda segundo esse levantamento, estima-se que o número de mortes por doenças não transmissíveis deve aumentar para 50 milhões em 2030.
No Brasil, o número de óbitos por essas doenças é ainda maior: cerca de três quartos (75%) das mortes no país estão relacionadas a problemas como câncer, diabetes ou então doenças cardíacas ou respiratórias crônicas. (...)
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Bola dentro da ANVISA quando tenta tirar os aditivos de isca (sabores e outros elementos estranhos) para quem prefere viver livre de impurezas, sem artifícios destruidores.
Mas alguns setores do Judiciário e do Legislativo (claramente financiados pela indústria) não pensam que a diminuição do consumo voluntário da população (fato de hoje) é a melhor saída. Preferem um Brasil doente.

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