sábado, 31 de março de 2012

Ebook grátis: A música na escola

Open publication - Free publishing

Este projeto tem como objetivo a contribuição para a instrumentalização de professores, em resposta à lei que determina a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas de ensino básico.
Oferece material para consulta e reflexão para quem trabalha em sala de aula, por meio de propostas de conteúdos programáticos para o ensino da música; textos inéditos e sugestões práticas de exercícios, dinâmicas e processos a serem aplicados no dia a dia, nos mais diferentes contextos, faixas etárias e regiões do nosso país.
- download aqui -

sexta-feira, 30 de março de 2012

Live in Cave - Cavernas Bar


(Fonte: Cavernas Bar)

Brasileiro lê, em média, 4 livros por ano



O brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora. É o que aponta a pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", divulgada nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Pró-Livro. 

O estudo realizado entre junho e julho de 2011 entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios. Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7 livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais precisa. 

De acordo com o levantamento, o Brasil tem hoje 50% de leitores ou 88,2 milhões de pessoas. Se encaixam nessa categoria aqueles que leram pelo menos um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes. Entre as mulheres, 53% são leitoras, índice maior do que o verificado entre os entrevistados do sexo masculino (43%).  

Ao perguntar para os entrevistados quantos livros foram lidos nos últimos três meses, período considerado pelo estudo como de mais fácil para lembrança, a média de exemplares foi 1,85. Desse total, 1,05 exemplar foi escolhido por iniciativa própria e 0,81 indicados pela escola. 

 Entre os estudantes, a média de livros lidos passa para 3,41 exemplares nos últimos três meses. Os alunos leem 1,2 livro por iniciativa própria, divididos entre literatura (0,47), Bíblia (0,15), livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47). De acordo com o estudo, a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos, seguido de livros didáticos, romances, livros religiosos, contos, literatura infantil, entre outros.

(Fonte: Último Segundo - IG)

Oficina do Groove na UFMT - Wellington Berê

de 02 a 05 de abril, às 19:30hs
local: Centro Cultural da UFMT

Cuiabá integra circuito do lançamento mundial de “As 5 Escolhas”

Cuiabá entrou nesta quarta-feira, 28 de março, no circuito de 175 cidades ao redor do mundo que podem provocar uma mudança de forma inovadora na vida das pessoas, sejam elas gestoras ou simples donas de casa. Foi lançado na cidade a mais nova solução da Franklin Covey, ‘As 5 escolhas para uma produtividade extraordinária’. No lançamento, o especialista Luciano Meira, diretor de Conteúdo da Franklin Covey fez uma palestra gratuita, para um auditório lotado, referente ao programa, que chega à capital mato-grossense através da SR Capacitação e Consultoria, franqueada da empresa que é líder global em treinamentos de eficácia.
Ele deixou claro que a aplicabilidade do conteúdo é universal e pode possibilitar a todos, dentro de seus perfis, potencializarem-se para fazer algo realmente extraordinário. Para isso é preciso investir tempo, atenção e energia em atividades relevantes.
O diretor disse que existem cinco escolhas que, quando feitas constantemente, garantem uma vida promissora. São decisões, critérios e parâmetros para estabelecer o que é mais produtivo. Na solução lançada pela Franklin Covey estas escolhas são: Atuar sobre o importante, ou seja não reagir ao urgente; Buscar o extraordinário – não conformar-se com o comum; Programar as pedras grandes – não se perder em meio ao cascalho; Usar a tecnologia a seu favor - não ser controlado por ela, porque com a quantidade diária de e.mails, alertas, sites, a tecnologia representa uma ameaça à produtividade; Alimentar sua chama interior, não desperdiçar sua energia, desgastando-a.
Quando se fala em critérios fica clara a necessidade de se dar maior atenção para atividades prioritárias no cotidiano. Fazer uma agenda da semana, por exemplo, é um caminho para não desviar o foco, orientou Meira. São apenas 52 semanas por ano e se forem bem planejadas, aumenta-se a produtividade. “Nunca no mundo tivemos possibilidades tão grandes de realizar nossos sonhos, porém nunca foi tão perigoso se dispersar como agora”, disse o diretor, destacando que está em jogo não somente a nossa produtividade no sentido quantitativo, mas a nossa produtividade no sentido da realização pessoal, ou seja, qualitativa.
Meira destacou que a solução apresentada vem da evolução de outros programas da Franklin Covey, que em mais de duas décadas vem desenvolvendo ferramentas para ajudar as pessoas a serem mais produtivas. O diferencial do programa lançado é que está focado na neurociência. Ou seja, a solução apresentada tem todo embasamento científico. Hoje, por exemplo, já não se trabalha só a gestão do tempo, mas a forma de se pensar o tempo é que tem relação com as escolhas que se faz.
Através de metáforas, o palestrante citou cenas do cotidiano, em uma delas mostrou a quantidade de cascalhos que uma pessoa coloca na sua jornada diária, como se estivesse sendo enterrada viva, ao invés de estar se preocupando e centrando seu foco nas pedras grandes. Na atualidade, há uma superexposição de informações que faz com que as pessoas se percam no caminho, deixando claro que indecisos não têm velocidade e que excesso de informação gera uma disputa para o cérebro, que sobrecarga tira energia.
Ficou claro que o cérebro regulamenta a energia fisiológica. Se estiver sobrecarregado, cai a imunidade e a energia é vital. A energia física empregada num trabalho, segundo Meira apontou, é mais fácil de recuperar-se do que a energia mental.
Para se ter uma idéia de quanto a velocidade da informação vem como um bombardeio atacando o cérebro, gerando uma crise energética, um dado apresentado pelo palestrante vale ser citado. Conforme salientou, entre o ano 2000 e 2004 foram produzidas mais informações do que se produziu até o ano 2000. O que se cria de informações em um dia, no mundo, uma pessoa não consegue gerenciar durante toda a sua vida.
Muitos questionamentos foram feitos ao público, a exemplo das perguntas: “Quando você realizou algo extraordinário? Como estava sua capacidade de foco? Como estava seu nível de energia? Como essa conquista fez você se sentir?”.
A solução ‘As 5 escolhas para uma produtividade extraordinária’ será aplicada, em Cuiabá, através de curso, sendo que a primeira turma já está programada para os dias 26 e 27 de abril. Mais informações: (65) 3322 2020 site: www.sronline.com.br e.mail: contato@sronline.com.br
- O Documento, 28/03/12 -

Frases de Millor

1 “Se durar muito tempo, a popularidade acaba tornando a pessoa impopular”
2 “Fiquem tranquilos os poderosos que têm medo de nós: nenhum humorista atira pra matar”
3 “O aumento da canalhice é o resultado da má distribuição de renda”
4 “A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades”
5 “Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem”
6 “Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim”
7 “O cadáver é que é o produto final. Nós somos apenas a matéria prima”
8 “Chato…Indivíduo que tem mais interesse em nós do que nós temos nele”
9 “O cara só é sinceramente ateu quando está muito bem de saúde”
10 “De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência”
11 “Os nossos amigos poderão não saber muitas coisas, mas sabem sempre o que fariam no nosso lugar”
12 “Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo”
13 “Há duas coisas que ninguém perdoa: nossas vitórias e nossos fracassos”
14 “O mal de se tratar um inferior como igual é que ele logo se julga superior”
15 “O homem é o único animal que ri. E é rindo que ele mostra o animal que é”

quarta-feira, 28 de março de 2012

Millôr Fernandes morre aos 87 anos



O escritor, desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes morreu na noite de terça-feira (27), no Rio de Janeiro, aos 87 anos. Ele estava em casa e foi vítima de falência de órgãos múltiplos. 

 Um patrono dos cartunistas brasieiros, há polêmica sobre a data de nascimento de Millôr. A família não sabe ao certo se foi em 16 de agosto de 1923 ou em 27 de maio, mas a carteira de identidade do desenhista aponta como certo o dia 27 de maio de 1924. Nascido no Meier, bairro do Rio de Janeiro, Millôr deveria ter se chamado Milton Viola Fernandes. Porém, por causa de uma caligrafia duvidosa, foi registrado como Millôr – fato só descoberto por ele aos 17 anos. Em 15 de março de 1938, deu o primeiro passo na carreira de jornalista, assumindo o ofício de repaginador, factótum e contínuo no semanário “O Cruzeiro”. 

No mesmo período, Millôr ganhou um concurso de contos na revista “A Cigarra” utilizando o pseudônimo Notlim. Posteriormente, ao assumir a direção da publicação, passou a assinar seus artigos, publicados na seção "Poste Escrito", como Vão Gogo. Três anos mais tarde, em 1941, o jornalista voltava a colaborar com “O Cruzeiro”, dando início aos 18 anos da coluna "O Pif-Paf" e ao momento áureo da revista, que passou dos 11 mil exemplares tradicionais a 750 mil. Sucesso no país, Millôr dividiu o primeiro lugar na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg, em 1955. 

Dois anos mais tarde, suas obras ganhavam uma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1962 abandonou o pseudônimo Vão Gogo e assumiu o nome Millôr em seus trabalhos. Ele deixou “O Cruzeiro” no ano seguinte, após uma polêmica causada pela publicação do texto "A Verdadeira História do Paraíso", criticada pela Igreja Católica. Em protesto à sua demissão, Millôr lança em maio de 1964 a publicação quinzenal “O Pif-Paf”, utilizando como jargão editorial "não temos prós nem contras, nem sagrados nem profanos". (Quinze anos mais tarde, ainda com o país sob a ditadura militar, a revista seria apontada como o ponto inicial da imprensa alternativa no Brasil pelo serviço de informações do Exército.)

Millôr assumiu a editoria do “Pasquim” a partir de novembro de 1970, mês em que a redação inteira do jornal foi presa após publicar uma sátira do quadro "Independência ou Morte", do pintor Pedro Américo. Graças a Millôr, o jornal manteve sua circulação, o que frustrou o objetivo dos militares – os jornalistas presos foram liberados em fevereiro do ano seguinte. 

Amanhã no Clube de Esquina: Especial Lulu Santos & Seu Jorge

Clube de Esquina

Leitura & Literatura

Livro do mês – “O reino do amanhã", de J.G. Ballard
O publicitário desempregado Richard Pearson deixa Londres em seu velho Jensen, em direção a Brooklands, cidade-satélite da capital inglesa. Richard segue em busca de evidências que expliquem a morte de seu pai, um ex-piloto vitimado por um atirador no Metro-Centre – o imenso complexo de compras, hotéis e estádios esportivos que atrai boa parte dos moradores das cidades da região.

Livro do mês – “O reino do amanhã", de J.G. Ballard - II
Muito além de informações sobre o crime, Richard irá se deparar com uma comunidade em ebulição, hipnotizada pelos tentáculos de seu maior empreendimento: canais de compra, em que imperam as excessivas aparições do garoto-propaganda, David Cruise, com seu riso branco e pele bronzeada; e uma intensa programação de eventos esportivos, que une multidões que mais assemelham-se a seitas.

Livro do mês – “O reino do amanhã", de J.G. Ballard - III
É nesse cenário que frutificará uma atmosfera de violência, movida a xenofobia, racismo e exclusão social. Onde proliferarão ideias fascistas, que defendem o modelo dos subúrbios em contraponto à miscigenação londrina. E que verá em contrapartida a criação de grupos de antigos moradores que tentam restituir uma improvável versão anterior da região, que remete a uma Inglaterra estratificada, com rígidos padrões culturais e comportamentais. É nesse coquetel social explosivo que se desenvolvem as ações de “O reino do amanhã (2006), último romance de J.G. Ballard (1930-09).

Livro do mês – “O reino do amanhã", de J.G. Ballard - IV
Inglês, nascido em Xangai, Ballard fez de suas memórias de infância passadas num campo de prisioneiros na Segunda Guerra, material para “Império do sol”, uma de suas obras mais conhecidas, adaptada para o cinema por Steven Spielberg. Mas, longe de suas reminiscências biográficas, o que marca sua obra é uma impressionante capacidade de perceber e registrar, com atenção detida aos detalhes e um potente processo de amplificação, traços que revelam as entranhas das sociedades atuais.

Livro do mês – “O reino do amanhã", de J.G. Ballard - V
A dependência do automóvel, tomado como um órgão do próprio corpo, em “Crash”. A violência que explode em meio à pacatez da classe média, em “Terroristas do Milênio”. E o consumo preenchendo todas as instâncias da vida do indivíduo, em “O reino do amanhã”, são versões impactantes em que a ficção de Ballard, muito longe de exercícios futuristas, expõe fatos que nos alcançam diariamente (que o digam os tumultos ocorridos em Londres no ano passado, sem base ideológica, movidos pelo desejo represado por bens de consumo). Sem se perder em juízos moralistas, Ballard consegue captar a partir das vozes de seus personagens o que paira difuso entre nós que habitamos esses dias, mas que quando condensado em sua obra potente, nos espanta por sua nada agradável semelhança com o que nos rod eia.

- José Godoy, CBN -

terça-feira, 27 de março de 2012

Ilustração #10 - Tim Maia


(Fonte: Ilustre Bob - Ilustrador: Bruno O. Barros)

Ex músico do Legião Urbana vive situação difícil no Rio de Janeiro



O programa Domingo Espetacular, da Rede Record, mostrou a dramática situação em que vive hoje o ex-baixista da Legião Urbana, Renato Rocha, que há 5 anos vive nas ruas do Rio do Janeiro e enfrenta dificuldades após perder tudo o que conquistou com a Legião Urbana.
- Wishplash -

Quem cobra o ECAD?


Onde há fumaça há fogo.
No portal do ECAD você pode ler "transparência". Mas no meio da camuflagem a verdade vem aparecendo pelas mídias nos últimos tempos, colocando a entidade envolta em escândalos já previstos nas antigas denúncias quase caladas pela máquina de triturar verdades.
- Ecad chega a cobrar do próprio autor para a execução da música.
- Emicida foi cobrado por improviso.
- A questão legal: clique.
- Mais uma CPI do Ecad é realizada em São Paulo: leia.
- Ecad cobra taxa mensal de blogs que utilizam vídeos do YouTube: leia.
- Por que o Ecad não funciona? leia.

Tecnologia - resumo da semana

Primeiros smartphones Nokia com Windows chegam ao Brasil
Os primeiros smartphones com o sistema operacional Windows Phone, da Microsoft, chegaram às lojas brasileiras, com dois novos aparelhos da Nokia. Mesmo sem gerar as filas e os burburinhos provocados pelos lançamentos do iPhone, o modelos Lumia 710 e Lumia 800 - vendidos por R$ 999 e R$ 1.699, respectivamente - podem ser atrativos para quem está em busca de seu primeiro smartphone de uma opção aos sistemas Android, do Google, e iOS, da Apple.
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Profissionais não falam de trabalho nas redes sociais
Uma pesquisa feita sobre o comportamento de usuários das redes sociais no ambiente de trabalho revela que 73% dos entrevistados não postam comentários sobre questões relacionadas ao trabalho em sites como Facebook, Linkedin ou no microblog Twitter. De acordo com o estudo feito pela Adecco Brasil, empresa de gestão de recursos humanos, 33% dos entrevistados não têm acesso às redes sociais em seus postos de trabalho.
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Hackers acessaram 174 milhões de informações pessoais em 2011
As ações de grupos hackers como Anonymous e LulzSec comprometeram 100 milhões de arquivos pessoais em 2011, segundo um estudo da operadora Verizon. O volume representa 58% do total de 174 milhões de arquivos corrompidos no ano passado. As invasões usando alguma técnica hacker representaram 81% do total, enquanto as técnicas de engenharia social - que envolvem o convencimento de pessoas a passar informações - foram usadas em 7% dos casos.
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Nova versão de "Angry Birds" chega ao espaço
Os pássaros enfurecidos do game "Angry Birds" ganharam um desafio no espaço com o novo "Angry Birds Space". O jogo está disponível para download nos sistemas iOS, Android e também para Mac e PC. Além de trazer novos personagens, o "Angry Birds Space" brinca com a gravidade - agora é preciso usar a força gravitacional dos planetas para completar cada uma das 60 fases. O aplicativo é gratuito para dispositivos com Android.
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Serviço gratuito permite monitorar conta no Twitter
O 'TweetAuditor' é um serviço gratuito para o monitoramento de contas no Twitter. A ferramenta promete mapear informações para empresas, profissionais e usuários que desejam construir uma boa reputação virtual. O serviço brasileiro disponível no site http://tweetauditor.in permite acompanhar a repercussão dos posts, quem está seguindo ou quem deixou de seguir o perfil, Linkalém de checar o índice de popularidade e influência de uma ou mais contas monitoradas.
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- Daniela Louise Braun, CBN -

Gravação de DVD - Titane e o Campo das Vertentes

www.titane.com.br
http://www.youtube.com/watch?v=HZY6kXDP71Q

As bases da nova indústria literária

A Encyclopaedia Britannica anunciou que sua última edição em papel foi a de 2010. No mercado desde 1768, a enciclopédia era atualizada a cada dois anos e estava na hora de refrescar os tomos e imprimir uma nova série. Nunca mais. O conjunto só estará disponível, no futuro, na web e em aplicações móveis. A decisão é um marco para a indústria analógica do texto, e já não era sem tempo para a enciclopédia. Seu principal e muito mais usado concorrente, a Wikipedia, nunca teve uma versão em papel e é atualizada na velocidade das ocorrências e descobertas. O tempo, na rede, é diferente – e muito mais rápido – do que no papel.
É fácil dizer que livros de papel estão para se tornar artigos de colecionador e peças de museu. Até porque é isso mesmo que vai acontecer – é só uma questão de tempo. Veremos sinais disso, em escala social, nos próximos 20 anos (veja bit.ly/zqFmqg). Mas a nova indústria literária, digital e em rede, apenas engatinha e tem muito o que aprender com o formato ancestral, anterior a Gutenberg.
Por um lado, há vantagens indiscutíveis: é possível comprar um “livro” digital em um táxi ou em um ônibus, num engarrafamento e, minutos depois, esquecer o trânsito imerso numa história fantástica. Por outro, há problemas quase intransponíveis, hoje, a começar pela verticalização das ofertas de conteúdo, onde cada provedor quer dominar nossa atenção e carteira com seu formato, com leitor digital, com autores exclusivos e por aí vai. O que nos deveria levar a discutir quais são as bases de uma nova indústria literária que interessa a todos, principalmente aos leitores, que vão pagar a conta – até prova em contrário.
Indústria e mercado
Primeiro, os novos livros têm de ser pensados como um sistema, uma ampla plataforma social e de compatibilidade para a literatura. Isso quer dizer que a cadeia de valor ao redor do “livro” é muito mais ampla do que o par formato-leitor que vem sendo vendido pelos novos “livreiros”. Esses, ao exercerem funções múltiplas, antes distribuídas em vários nichos do mercado, são ao mesmo tempo editores, codificadores [a “nova” gráfica], distribuidores, livrarias, bibliotecas... uma fusão de papéis que é parte da confusão no novo mercado literário, até porque atribui muito poder a um único agente. Que, por sua vez, só pensa em (ou que vai) dominar o mundo com seu formato-leitor.
Do lado do autor, a verticalização até parece natural: posso digitar um livro inteiro e usar alguma ferramenta para “publicá-lo” diretamente numa livraria (ou mercado) digital e receber deste, como resultado, parte das vendas. Se é simples assim, por que não desintermediar o processo de forma radical e partir para o futuro? Porque ainda não discutimos, amplamente, as bases para a nova indústria e o mercado literário.
Funcionalidades-formatos-fundações
E quais deveriam ser? Não há um amplo acordo, agora. Mas é certo que se precisa discutir as funcionalidades do novo livro, pois este não será só a digitalização do correspondente analógico. Poderá ter muito mais do que letras na tela, a começar por links para deslinearizar a escrita e a leitura. Às funcionalidades devem corresponder formatos e fundações que as sustentem no longo prazo, porque seria muito bom usar o conteúdo que vamos adquirir agora daqui a 100, 200 anos, a exemplo da Bíblia de Gutemberg, legível mais de 500 anos depois de impressa. E formatos digitais não têm uma boa história nesse aspecto: tente ler, hoje, um floppy disk de 8” (lançado em 1971, 100 kb de memória).
Além disso, a tríade funcionalidades-formatos-fundações deve cuidar para que haja flexibilidade de representação e evolução (livros de arte, didáticos, manuais, mapas...) e facilidade de criação, de uso, de adição (de comentários e resenhas, por exemplo) e de compartilhamento, sem o que é muito difícil imaginar que a indústria literária que ora se desenha tenha um futuro sustentável.
- Observatório de Imprensa -

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cinema

"1984", de George Orwell, ganha nova versão para os cinemas
Ótima notícia para os fãs da literatura de ficção em geral e do escritor George Orwell, em particular. Um dos maiores clássicos do autor, "1984", deverá ganhar uma nova versão para o cinema, conforme anunciou o periódico Hollywood Reporter. Publicado originalmente em 1948, este romance diatópico despertou a atenção dos leitores de todo o mundo ao mostrar uma sociedade totalitária, em permanente estado de guerra e paranóia, dominada pela propaganda e vigilância. É nesse ambiente que conhecemos o personagem Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, um órgão responsável por alterar fatos históricos e obras da literatura para mascarar as atirudes do governo. Foi a partir de "1984" que o termo "Big Brother" se difundiu, transformando-se em símbolo do autoritarismo e da invasão de privacidade. Shepard Fairey foi quem levou a ideia de uma nova versão até a Imagine Entertainment. Fairey, artista gráfico responsável pelo pôster "Hope" usado na campanha de Barack Obama, e Julie Yorn, da LBI Entertainment, assinarão a produção. Algumas vezes levada à TV e ao cinema, a adaptação da obra George Orwell mais conhecida é aquela dirigida por Michael Radford , lançada em 1984, que tinha no elenco John Hurt, Richard Burton e Suzanna Hamilton.

Russell Crowe é confirmado como Noé no épico de Darren Aronofsky
Demorou um pouco a decisão, mas finalmente Russell Crowe está confirmado para viver o papel de Noé nos cinemas. Crowe já havia surgido como principal nome para assumir o protagosnista no novo longa do diretor Darren Aronofsky, um épico orçado em US$ 130 milhões, mas nenhuma confirmação era dada nesse sentido. Principalmente porque Christian Bale era outro que poderia estrelar o filme, mas o ator e atual intérprete de Batman acabou recusando a oferta porque sua agenda estava tomada com dois outros projetos: "Lawless" e "Knight of Cups", ambos assinados pelo cineasta Terrence Malick. Diante disso, a produção correu para assinar rapidamente o contrato com Russell Crowe, cujo anúncio oficial deverá ser feito nos próximos dias. "Noah" (Noé em inglês) é um antigo sonho do diretor Aronofsky. A ideia nasceu de um poema escrito pelo então menino Aronofsky, aos 13 anos de idade, que inclusive foi premiado num concurso de poesia. Além do pano de fundo bíblico, os versos descreviam Noé e sua visão sobre o fim do mundo. Em 2008, Aronofsky começou a dar as primeiras informações sobre a possível adaptação de seu poema para as telas. O roteiro de "Noah" está sendo escrito por Aronofsky e Ari Handel, e ainda ganhará retoques de John Logan. O objetivo é que as filmagens comecem antes de junho deste ano, mas por enquanto ainda não existe previsão de estreia.

Martin Campbell é indicado por James Cameron para "The Dive"
James Cameron até que queria digirir "The Dive", mas seus inúmeros compromissos o impediram. E isso não é de hoje. Entre 2008 e 2009, Cameron chegou a discutir a possibilidade de conduzir a história sobre os mergulhadores Francisco "Pipin" Ferraras e sua esposa Audrey Mestre, que perdeu a vida durante uma tentativa de bater um recorde. Ferraras e Mestre ficaram famosos por seus mergulhos em grandes profundidades, chamadas de Free-diving, sem equipamentos e usando apenas o próprio fôlego. Mestre chegou a bater um recorde mundial, mas ao tentar mergulhar a 166 metros, a fim de quebrar seu próprio recorde, ela perdeu a vida. Agora Cameron chegou a uma definição: vai produzir o filme, enquanto Martin Campbell assume a cadeira de diretor. Recentemente, Campbell assinou a direção de "Lanterna Verde".

Terceiro "Homens de Preto" terá canção do rapper Pitbul
Você que acompanha a franquia "Homens de Preto" e gosta de trilha sonora deve se lembrar. No primeiro filme da série, lançado em 1997, a faixa tema "Men In Black" foi composta e interpretada por Will Smith a partir de uma base da música "Forget me Nots", de Patrice Rushen. Esta música ficou em primeiro lugar nas paradas dos EUA durante quatro semanas e o álbum vendeu 3.1 milhões de cópias. Em "Homens de Preto II", novamente Will Smith era o intéprete e compositor da canção principal, "Black Suits Comin' (Nod Ya Head)", contando com a participação de TRÃ-KNOX. Em 25 de maio de 2012 chega aos cinemas "Homens de Preto III", mas dessa vez a trilha sonora não terá o astro Smith nem soltando a voz e muito menos assinando a composição. A canção tema do filme, intitulada "Back In Time", foi escrita e gravada pelo rapper Pitbul. Em entrevista à revista Billboard, o diretor Barry Sonnenfeld contou que escolheu a música graças a uma fã do cantor. "Minha filha de 19 anos me apresentou as músicas do Pitbull. Estou muito feliz que ele escreveu uma canção tão legal para o nosso filme e que ele entendeu totalmente", declarou. O título do novo single, "Back In Time", tem a ver com a própria trama, em que J (Will Smith) precisa viajar ao passado. A canção deve ser lançada nas rádios em 26 de março, enquanto a terceira parte da franquia chega aos cinemas em 25 de maio de 2012.

Já está na rede o clipe de "Os Penetras", com Adnet e César Polvilho
Quem fizer uma rápida busca na internet já vai conseguir encontrar o primeiro teaser e clipe da comédia "Os Penetras", projeto que vai reunir dois dos nomes mais populares da atual safra de atores cômicos da televisão: Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, o César Polvilho do programa "Pânico". O filme, previsto para chegar às telas no segundo semestre deste ano, será dirigido por Andrucha Waddington, que mais recentemente esteve em cartaz com o drama "Lope". "Os Penetras" vai contar a história de Marco (Adnet) e Beto (Sterblitch), dois amigos que armam um esquema para entrar de bicão em uma badalada festa de Réveillon carioca, mas para isso enfrentam grandes dificuldades e passam por inúmeras trapalhadas. No elenco ainda farão parte Andréa Beltrão, Mariana Ximenes e Stepan Nercessian.

- Marcos Petrucelli, CBN -

Quatro dicas fáceis para tirar fotos melhores

Deve haver cerca de um milhão de livros sobre fotografia nas prateleiras de sua livraria mais próxima. Talvez o meu seja um deles. Mas você não precisa decorar um livro inteiro para melhorar suas fotos: há um punhado de dicas fáceis que você pode seguir e que produzirão resultados dramáticos. Experimente as quatro a seguir.
1. Lembre-se da regra dos terços
Quer melhorar a composição de suas imagens? Parece de colocar o assunto no centro do quadro. A “regra dos terços” nos diz que as imagens (e vídeo, preste atenção aos filmes e séries de TV para ter a prova) parecem mais atraentes quando o assunto está fora do centro, posicionado cerca de um terço do caminho para a esquerda ou direita. Na foto abaixo você pode ver que o rosto do lobo está posicionado dois terços para a direita, e que seus olhos estão quase que exatamente a um terço do topo.
Na verdade há todo um conjunto de regras que podem lhe ajudar a compor fotos que chamem a atenção, mas esta talvez seja a mais importante de todas. Para colocá-la em prática, imagine duas linhas verticais e duas linhas horizontais cruzando a foto, divindo-a em nove partes iguais (como na foto acima). A regra diz que os pontos mais interessantes ficam ao longo de qualquer uma das linhas, ou nos pontos de intersecção. Experimente colocar o assunto em um destes locais.
2. Minimize a profundidade de campo
Esta é uma daquelas regras que pedem para ser quebradas, mas se você está començando, pode conseguir ótimos resultados se seguí-la à risca. É simples: tente fazer fotos onde o assunto está em foco, mas o fundo da imagem está desfocado. Isso cria uma separação visual que enfatiza a importância do assunto. E também fica muito legal.
Você pode controlar a profundidade de campo usando o ajuste de abertura em sua câmera (procure por “Av” no seletor de modo). Um f/number pequeno irá lhe dar uma profundidade de campo pequena. Se sua câmera não tem um modo de prioridade de abertura, experimente colocá-la no modo “retrato” ou “macro” e fotografar bem de perto para obter um resultado similar.
3. Use um obturador rápido para conseguir uma foto nítida
Uma das formas mais fáceis de arruinar uma foto é usar uma velocidade baixa no obturador, o que aumenta as chances de que a câmera se mova e produza uma imagem “tremida”. A solução é simples: use uma velocidade mais alta. Mas quanto é o suficiente? Aqui podemos aplicar uma regrinha que serve aos fotógrafos há 75 anos: a velocidade do obturador não deve ser menor do que o inverso da distância focal da lente.
Ficou confuso? Não é tão complicado quanto parece: digamos que você está fotografando com uma câmera com lente de 50 mm. Isso significa que você pode conseguir fotos nítidas com uma velocidade de obturador de 1/50 segundo ou mais rápida. Se tem uma lente de 200 mm, a velocidade deve ser de 1/200 segundo ou mais rápida. E lembre-se que, para que a conta funcione, você deve levar em conta a distância focal “equivalente em 35mm”.
4. Evite o flash para eliminar os olhos vermelhos
Olhos vermelhos acontecem quando a luz do flash reflete na retina, no fundo dos olhos da pessoa fotografada, gerando aquele brilho vermelho “demoníaco”. É mais comum em pessoas com olhos claros, mas pode acontecer com qualquer um.
Para evitar este problema você pode, claro, usar o modo de redução de olhos vermelhos integrado à sua câmera (procure o ícone do olho nos menus). Mas ele não é infalível, então vale a pena conhecer outros truques: desligue o flash e aproveite a luz ambiente, procurando um local mais iluminado para fazer a foto e aumentando o ISO da câmera (não exagere, ou sua foto terá ruído em excesso). Se você tem uma DSLR, pode montar um flash externo e colocá-lo longe da lente.
E se ainda assim os olhos insistirem em ficar vermelhos, experimente corrigir o problema usando um editor de imagens como o Paint.net, Gimp, Photoshop, ou as ferramentas de edição no Picasa ou iPhoto. Todos eles tem ferramentas para automatizar o processo.
- PC World -

Palestra gratuita: INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO


Quinta, 29/03/12 das 19:30 às 20:30 hs
VESTRA:
Av. Hist. Rubens de Mendonça, 1894, 14º andar - Cuiabá
65 - 2123-4000

domingo, 25 de março de 2012

Órgão da UFRJ, o maior do Rio, é restaurado

O órgão de 6 mil tubos da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o maior do Rio e quinto do País, voltará à cena no próximo mês. O instrumento passou os últimos dois anos por um minucioso restauro. Agora, está na fase final de afinação e uma sequência de quatro recitais, entre 10 e 20 de abril, vai marcar sua reinauguração - que o colocará como o melhor do Brasil.
O instrumento reina ao fundo do palco da Sala Leopoldo Miguez, que fica na escola, no bairro da Lapa, centro do Rio. Os 160 tubos da fachada, alinhados em sete torres, emolduram a grande estrutura acústica de madeira de 80 metros quadrados onde estão os milhares de tubos, de inúmeros tamanhos e espessuras,
Construído na Itália pela G. Tamburini, fábrica responsável pelo instrumento do Vaticano, o órgão foi inaugurado em 1954. Típico de igrejas, é o único em atividade em uma sala de recitais - o Theatro Municipal de São Paulo tem um da mesma marca, mas que está abandonado.
Outra característica o torna especial: está dentro de uma escola. "As nossas atividades artísticas são fruto do trabalho acadêmico, com concertos e apresentações de alunos e professores", explica o diretor da Escola de Música da UFRJ, o regente André Cardoso. "Essa escola é a mais antiga do Brasil e foi a primeira a ter curso de órgão, ainda no século XIX."
A história da escola remete ao Império, com a criação do Conservatório de Música em 1848. Incorporada em 1931 à universidade, oferece cursos para o instrumento em vários níveis, desde a iniciação até a pós-graduação. "O bacharelado em música, com habilitação em órgão, tem cerca de dez alunos. Não é um instrumento tão popular quanto o piano", diz Cardoso.
A impopularidade em números de adeptos é inversamente proporcional à sua importância para a música. Já foi descrito como o "rei dos instrumentos" pela grandiosidade sonora. Era considerado o objeto mais complexo do mundo antes da revolução industrial pelo gigantismo, estrutura e inúmeras combinações de timbres. Peculiaridades que pedem manutenção rigorosa e especializada, favorecendo o abandono pelo qual foi vítima o G. Tamburini da escola do Rio.
Renascimento. A tarefa de restauro coube à Família Rigatto, de São Paulo, que mantém uma relação com o instrumento de mais de 40 anos. O patriarca José Carlos Rigatto o restaurou em 1968 e manteve-o ao longo de 20 anos, época em que foi tocado por lendas como o alemão Karl Richter (1926-1981). Mas o tempo fez seu estrago.
"Estava tudo deteriorado, tinha ninhos de cupim, tubos estavam amassados, havia caído água", lembra Márcio Rigatto, responsável pelo atual restauro ao lado do irmão Daniel. Eles são filhos de José Carlos.
A reforma só foi possível por fazer parte de um projeto de restauração de toda a escola, cujo prédio é tombado pelo patrimônio histórico. Desde 2003, foram gastos R$ 3 milhões, cerca de R$ 1 milhão apenas no instrumento.
Os irmãos tiveram de reconstruir algumas partes do órgão, como o console - onde ficam os quatro teclados e botões de timbres. "O acabamento é todo arredondado, em rádica. É um luxo, como um painel de Rolls Royce." Parte dos trabalhos foram realizados na fábrica da família.
As apresentações de abril contarão com Alexandre Rachid, professor de órgão da escola, e com uma veterana: Getrud Mersiovsky, professora de uma geração de organistas brasileiros, como o próprio Rachid, também se apresenta.
- Estadão -

Traseiro e honra - Roberto Boaventura

Países de cultura cristã conhecem bem o binômio siglar a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo). O Brasil (BR) não foge à regra. Uma das primeiras ações dos exploradores portugueses foi rezar missa aos índios.
Naquele ato – imortalizado na Carta de Caminha e, depois, na pintura de Vitor Meireles (1832/1903) –, consolidava-se um dos discursos fundadores que moveriam a parti dali a Terra de Vera/Santa Cruz.
Hoje, revivemos no BR um clima de a.C e d.C. Porém, o antigo “C” corresponde agora ao “C” da Copa. Uma vez definida essa terra de tantas cruzes como a sede desse “bendito” evento, vivemos um momento de um país que é obrigado a se ver como atrasado antes da Copa (a.C) e outro que se projeta ultramoderno depois da Copa (d.C.).
Portanto, sugiro que passemos a perceber nossa história da seguinte forma: Brasil a.C.; Brasil d.C. Afinal, por cá, futebol é um tipo de religião. A Copa é a coroação do fanatismo.
Pois bem! Hoje, comento a visita do presidente da Fifa, Mister Blatter (o tratamento “sr.” é frágil para sua força planetária), que se reuniu com alguns políticos aborígines. Todos de joelho, inclusive a presidente, prometeram ao deus do futebol mundial cumprir as promessas já feitas. “Ajoelhou, tem que rezar...”
Consoante à Folha on line (17/03), “o clima era de crise antes da visita de Blatter, e por isso mesmo foi marcada pela troca de elogios explícitos e mimos”.
Ôpa! De “mimos”, entendemos bem. Lembram-se dos espelhos e outras quinquilharias dados aos nativos pelos primeiros exploradores? A estratégia de estrangeiros (chamados de “Brichote” – possivelmente British – na obra de Gregório de Matos) nos ludibriar está recolocada em nossa história de “abestados”, vocábulo bem usado na “obra” de Tiririca...
Continua a Folha: “Blatter esperou os fotógrafos adentrarem à sala para presentear Dilma com uma fotografia de um encontro entre os dois e o ex-jogador Pelé...” Além disso, o Mister rasgou de elogios o BR. Afinal, “a reunião, mais do que acertar polêmicas e problemas específicos, tinha como objetivo acenar que não há mais crise entre Fifa e Brasil”.
Crise? Por que haveria? Só porque o secretário-geral da Fifa – Jérôme Valke – dissera que o BR precisava de um chute no traseiro?
Isso! O erro do Monsieur foi pensar em maltratar nosso traseiro; ou melhor: nossa “bunda”. Se ele dissesse que precisaríamos levar um tapa na cara, tudo bem. Estamos acostumados. Mas chutar nosso traseiro?! Ah, não! Nosso traseiro é valoroso; aliás, bem mais do que nossa cara pálida.
Por isso, durante a Copa, poderíamos fazer uma campanha internacional, parodiando o slogan de uma propaganda petista: “nossa bunda, nossa honra”. Isso dá até hit de funk, com subidas e descidas, num remelexo até o chão...
Voltando aos elogios de Blatter: “eles eram protocolares até o cartola da Fifa falar que o ministro Aldo Rebelo era ‘a pessoa mais importante nessa jornada". Para a Folha, “o afago não foi por acaso. Partiu do ministro a articulação contra o acordo firmado entre deputados (inclusive os religiosos) para tirar a liberação de bebida (alcoólica) na Copa, como forma de garantir o compromisso com a Fifa...”
Mui belo, cacique Rebelo! Agora, mire-se em seu pedacinho de espelho! Comunista pós-moderno é isso aí: libera geral. No mais, o álcool, desde o cauim, já está impregnado em nossa cultura... Detalhe: com futebol e álcool na cabeça, não o que não se esqueça...
The end: o Brasil a.C. e d.C. já é um país derrotado ética e moralmente, mesmo que a Seleção seja a campeã. A Fifa está ganhando tudo no tapetão.

*ROBERTO BOAVENTURA DA SILVA SÁ - dr. em Jornalismo/USP e prof. Literatura/UFMT

sábado, 24 de março de 2012

Cidadania - Estupros em Marrocos



O Brasil ainda pratica o desrespeito ao cidadão, a desigualdade de direitos entre homens e mulheres e preconceitos diversos. Ainda tem uma cultura "machista", trantando mulheres como objeto descartável. Isso também é visível nas músicas sertanejas.
Mas o caso que vem nos incomodando muito esses dias aconteceu em Marrocos.

Amina Filali, 16 anos, estuprada, espancada e forçada a se casar com seu estuprador, se suicidou -- a única forma que ela encontrou de escapar dessa armadilha montada pelo seu estuprador e pela lei. Se agirmos agora, podemos impedir essa tragédia indescritível de acontecer com mais alguém.
O artigo 475 do código penal do Marrocos permite que um estuprador escape da acusação e de uma longa sentença de prisão ao se casar com a sua vítima, se ela for menor de idade. Desde 2006, o governo prometeu derrubar esse artigo e aprovar uma legislação que proibisse a violência contra mulheres, mas isso não aconteceu.
Centenas de manifestantes marroquinos foram às ruas para exigir uma reforma real, passando a bola para o Primeiro Ministro e chefes de outros ministérios, que escrevem e financiam projetos de leis, e a mídia internacional comprou a história. Se aumentarmos a pressão, podemos ver progressos reais agora. Assine a petição por uma lei compreensiva para impedir a violência contra mulheres, incluindo revogar o artigo 475. Quando alcançarmos 250.000 assinaturas, vamos trabalhar com grupos feministas locais para entregar nosso clamor aos tomadores de decisão.
Assine a Petição aqui

Manuais para Download

A YAMAHA disponibiliza em seu site manuais de instruções para diversos instrumentos musicais.
Se você tem dúvidas sobre o uso do seu instrumento, ou perdeu o manual, poderá fazer o download gratuitamente do arquivo PDF no site Yamaha.
ACESSE A CENTRAL DE DOWNLOADS

Vamos queimar os dicionários - LYA LUFT

"Vamos deletar as palavras que nos incomodam, os costumes que nos irritam, as pessoas que nos atrapalham e, quem sabe, iniciar uma campanha de queima de livros. De autores, seria um segundo passo"
Quando a gente pensa que já viu tudo, não viu. Faz algum tempo, dentro do horroroso politicamente correto que me parece tão incorreto, resolveram castrar, limpar, arrumar livros de Monteiro Lobato, acusando-o de preconceito racial, pois criou entre outras a deliciosa personagem da cozinheira Tia Nastácia, que, junto com Emília e outros do Sítio do Picapau Amarelo, encheu de alegria minha infância.
Se formos atrás disso, boa parte da literatura mundial deve ser deletada ou "arrumada". Primeiro, vamos deletar a palavra "negro" quando se refere a raça e pessoas, embora tenhamos uma banda Raça Negra, grupos de teatro Negro e incontáveis oficinas, açougues, borracharias "do Negrão", como "do Alemão" "do Portuga" ou "do Turco". Vamos deletar as palavras. Quem sabe, vamos ficar mudos, porque ao mal-humorado essencial, e de alma pequena, qualquer uma pode ser motivo de escândalo. Depende da disposição com que acordou, ou do lado de onde sopram os ventos do seu próprio preconceito.
Embora meus ·antepassados tivessem vindo ao Brasil em 1825, portanto sendo eu de muitas gerações de brasileiros tão brasileiros quanto os de todas as demais origens, na escola havia também a turminha que nos achacava com refrãos como "Alemão batata come queijo com barata". Nem por isso nos odiamos, nos desprezamos. Eram coisas infantis, sem consistência. O que vemos hoje quer mudar a cara do país, ou da cultura do país, e não tem nada de inocente.
Um dos negros que mais estimei (no passado, porque morreu), ligado a mim por laços de família, era culto, bom, interessante, nossos encontros eram uma alegria. Com ele muito aprendi, sua cultura era vasta. A cor de sua pele nunca me incomodou, como, imagino, não o aborreciam meus olhos azuis. Havia coisas bem mais positivas e importantes entre nós e nossas famílias. Não vou desfilar casos com amigos negros, japoneses, árabes, judeus, seja o que for. Mas vou insistir no meu escândalo e repúdio a qualquer movimento que seja discriminatório, que incite o ódio de classes ou o ódio racial, não importa em que terreno for.
Agora, de novo para meu incorrigível assombro, em um lugar deste vasto, belo, contraditório país que a gente tanto ama, desejam sustar a circulação do Dicionário Houaiss, porque no verbete "cigano" consta também o uso pejorativo - que, diga-se de passagem, não foi inventado por Houaiss, mas era ou é uso de alguns falantes brasileiros, que o autor meramente, como de sua obrigação, registrou. Ora, para tentar um empreendimento desse vulto, como suspender um dicionário de tal peso e envergadura, seria preciso um profundo e preciso conhecimento de linguística, de lexicografia, uma formação sólida sobre o que são dicionários e como são feitos.
O dicionarista não inventa, não acusa nem elogia, deve ser imparcial - porque é apenas alguém que registra os fatos da língua, normalmente da língua-padrão, embora haja dicionários de dialetos, de gírias, de termos técnicos etc. Então, se no verbete "cigano" Houaiss colocou também os modos pejorativos como a palavra é ou foi empregada, criticá-lo por isso é uma tolice sem tamanho, que, se não cuidarmos, atingirá outros termos em outros dicionários, com esse olhar rancoroso. Vamos nos informar, antes de falar. Vamos estudar, antes de criticar. Vamos ver em que terreno estamos pisando, antes de atacar obras literárias ou científicas com o azedume de nossos preconceitos e da nossa pequenez ou implicâncias infundadas. Há coisas muito mais importantes a fazer neste país, como estimular o cuidado com a educação, melhorar o atendimento à saúde, promover e preservar a dignidade de todos nós.
Ou, numa mistura maligna de arrogância e ignorância - talvez simplesmente porque não temos nada melhor a fazer -, vamos deletar as palavras que nos incomodam, os costumes que nos irritam, as pessoas que nos atrapalham e, quem sabe, iniciar uma campanha de queima de livros. De autores, seria um segundo passo. E assim caminhará para trás, velozmente, o que temos de humanidade.
- Sergyo Vitro -

Sábado passado, no Clube de Esquina


Banda Heróis de Brinquedo

sexta-feira, 23 de março de 2012

Ebinho Cardoso - Harmonia para contra baixo elétrico


Aí está uma amostra dessa pesquisa escrupulosa de onde podemos tirar muitas dicas musicais.
Ebinho Cardoso - Harmonia para contra baixo elétrico

Músicos Convidados
Sidnei Duarte (Guitarra)
Sandro Souza (Bateria)
Samuel Smith (Contrabaixo)
Phellypphe Sabo (Saxofone e flauta)
Ones Miguel (Teclado)
Direção Musical e Arranjos
Ebinho Cardoso
Produção Musical
Ebinho Cardoso e Thiago Marques
Estúdio de Gravação: Estúdio Inca
Gravação, Mixagem e Masterização
Thiago Marques
Produção Executiva
Fábio Boretti
Direção de Vídeo
Fabrício Roder
Direção de Fotografia
José Augusto Jr.
Direção de Produção
Fábio Boretti
Montagem e Finalização
Fabrício Roder
Roteiro
Ebinho Cardoso
Imagens
Davy Leão
José Augusto Jr.
Evandro Birello
Elaine Andrade
Direção de Arte Gráfica
Ankh
Fotos Still
Ankh
Patrocínio
Fundo de Fomento a Cultura de MT
Apoio
Pezo Amplificadores, Power Click e Condor
Agradecimentos
A todos da equipe, em especial Fábio Boretti, Fabrício Roder, Thiago, Sidney e Erich Marques.A todos os músicos que participaram Ones Miguel, Sidnei Duarte, Phellypphe Sabo, Sandro Souza e Samuel Smith.
Aos amigos Celso Pixinga, Rita Kfouri, Ian Guest, Karla Maragno, Adriano Giffoni, Mário Alves, Bráulio Araújo, Hamilton de Holanda e Ney Conceição.
Aos parceiros Condor, Pezo e Power Click. E a toda minha família.
- fonte Barra Doze -
Link

Sessão de 6ª: "Diários de Motocicleta" - gratuito, na UFMT

Sinopse: Adaptação para os cinemas do diário de Che Guevara, antes de se tornar líder revolucionário, em viagem de moto pela América pouco depois de formar-se em Medicina e que terminou por mudar os rumos de sua vida.
Ernesto (nome real de Che Guevara), cujo apelido era El Pelao e o biólogo Granado saíram de Buenos Aires, numa motocicleta chamada Poderosa, foram até a Patagônia, passaram pelo Chile (de barco alcançaram a ilha de Antofagasta), entraram fascinados no Peru. Visitaram a cidade histórica de Cuzco, capital do império inca, passaram por Lima e rumaram para Iquitos, na fronteira com a Amazônia brasileira (quase entraram em nosso território, a bordo da balsa Mambo Tango).
Depois da Colômbia, a viagem (de sete meses) terminou na Venezuela. Granado ficou em Caracas e Guevara seguiu, de carona (em avião que transportava cavalos de corrida), para Miami. Devia permanecer um dia em território americano. Ficou um mês, batendo pernas, até que a aeronave passasse por completa revisão.

Sexta, 23/03/12, no Auditório da Faculdade de Economia da UFMT, às 19:30 hs

Museu do Artesanato de MT - no Sesc Arsenal

De segunda a Sexta, das 08:30 às 17 hs - sábado, das 08:00 às 13:00 hs
no Sesc Arsenal, Porto, Cuiabá

Parque Ambiental e Complexo Cultural e Esportivo Beira Rio

Parque Ambiental e Complexo Cultural e Esportivo Beira Rio é um dos vários projetos que serão executados em Cuiabá e Várzea Grande como "presente" por a cidade ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.
O projeto oficial (segue a baixo) foi conciliado com um projeto de 2002, já existente, e trará grandes benefícios a sociedade cuiabana e varzea-grandense, colocando ambas cidades, de fato, no cenário cultural e esportivo brasileiro.
O principal objetivo desse projeto é voltar a cidade ao Rio que lhe dá nome. O Rio Cuiabá é um dos principais (se não o principal) afluentes do Rio Paraguaia, formador da maior planície alagada do mundo, o Pantanal Mato-grossense.
Entre os principais objetivos da cidade para sediar a copa, está o Plano de Desenvolvimento Cultural, Esportivo e Ambiental do Alto Pantanal, e Cuiabá e Várzea Grande não poderiam ficar de fora. Tanto que, entre as metas principais, está a despoluição de 100% dos Córregos, Ribeirões e Rios da RMVC, assim como atingir a marca de 95% de esgoto tratado em ambas as cidades.
- fonte: Skyscrapercity -

Ontem: dia mundial da água ...crise em Cuiabá

Cuiabá não teve o que comemorar ontem. O Dia Mundial da Água, data instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1992, tem como proposta a discussão de diversos temas voltados para esse importante recurso natural, cada vez mais disputado em todo o Planeta.
Greve, briga política e problemas técnicos marcaram os últimos dias na companhia que administra a distribuição de água na cidade, Sanecap.
Na onda da 'sustentabilidade' o Brasil ainda não aprendeu a lidar com o desperdício e o gerenciamento da qualidade de vida da população. Em Cuiabá estamos constantemente testemunhando, inclusive com fotos diárias na imprensa, quantidades estúpidas de água límpida e potável jorrando dias seguidos pelas principais vias da cidade.

Para entender o #CódigoFlorestal: http://bit.ly/GDO3qZ Assista ao debate do @psustentavel pela internet, hoje, 23/03. Com a presença do engenheiro agrônomo André Nassar e do engenheiro florestal Tasso Azevedo, o Planeta Sustentável promove o debate “Para entender o Código Florestal”, com a intenção de oferecer uma visão atualizada e bem informada a respeito das atuais questões que permeiam o tema.

Anatel aprova regulamento da nova lei de TV por assinatura

O conselho diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou nesta quinta-feira o regulamento da nova lei da TV por assinatura, aprovada em agosto no Senado e sancionada em setembro.
A nova lei passa a valer efetivamente agora. A Anatel estima que as novas licenças do serviço devem ser liberadas a partir de abril. Não há licitação para o serviço há mais de dez anos.
A lei abre o mercado de TV por assinatura -- seja via satélite, cabo ou micro-ondas -- para empresas de telecomunicações nacionais e estrangeiras e define cotas de programação. As empresas pagarão R$ 9.000 por uma licença e não haverá mais licitações.
Com a medida, o governo estima dobrar o número de assinantes de TV por assinatura nos próximos cinco anos, passando para 22 milhões de clientes, já que o intuito da nova lei é ampliar a concorrência e a redução dos preços.
O governo aposta também que a ampliação do serviço de TV por assinatura vá induzir o aumento do serviço de internet por banda larga.
- Folha -

quinta-feira, 22 de março de 2012

Like #13 - Art


(Fonte: FFFFound)

Hoje no Clube de Esquina

Meu Palco no Facebook



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Sesc Ciclos de Dança - Releitura




FAZ SENTIDO

“Faz sentido?” Surge no intuito de investigar os sentimentos, sensações e sentidos humanos. Em sua abordagem, a pesquisa busca induzir o espectador acerca de novos olhares sobre sua própria percepção corporal. 

 22/03 - 20h - Teatro - Entrada Franca 

 *** 

 SONHOS DE UMA VIDA 

 Manias, superstições, enigmas, morte e lembranças de outras vidas que permanecem dia após dia. O que te incomoda? Por qual ângulo tem visto a vida? São os questionamentos que conduzem o ciclo da nossa existência, influencia nossas crenças mistificando e desmistificando o que somos, o que cremos. A criação deste trabalho surge da pesquisa realizada a partir da experiência de um sonho, que sempre nos acompanha e mais parece realidade. 

 23/03 - 20h - Teatro - Entrada Franca 

 ***

 BRECHÓ 

 Inicialmente há a idéia da coleção. Coleções e coisas de colecionar; reunir, catalogar e armazenar uma série de tipos curiosos e exóticos. Guardar e acumular, material pulverulento, desgastado. Colecionamos então idéias, imagens, movimentos, experiências, memórias, para prováveis trocas, como em um bazar, um Brechó. Espaço onde a atribuição de valor e juízo de gosto são realmente subjetivos e parcialmente democráticos, há possibilidade de novidade no antigo, de desgaste intencional do novo, tentar diferentes roupagens, recriar, reorganizar, sem pretensões, ou até na pretensão de parecer despretensioso. Um lugar para se permitir, mas onde nem tudo é permitido. 

 24/03 - 20h - Salão Social - Entrada Franca

 ***

 POR TRÁS DA CORTINA O espetáculo tem objetivo de despertar no público as sensações que um artista tem ao dançar. Tudo começa do estranho e vai criando forma, aflorando sentimentos... “...angústia, amor, saudade, raiva, tesão, ansiedade... Porém, traz indagações, não para serem respondidas, mas para serem sentidas’’. Assim, o espetáculo busca tocar o público na singularidade de cada movimento, música e um simples toque, transportando para a plateia a essência do ser artista. 

 25/03 - 20h - Teatro - Entrada Franca 

 (Fonte: SESC MT)

Ilustração #9 - Queens Of The Stone Age


(Fonte: Ilustre Bob - Ilustrador: Bruno O. Barros)

Hoje no Cavernas Bar - mulheres free

Hoje, quinta, no Cavernas Bar!
Blues & Rock n Roll com a banda EXPRESSO VINIL
Mais uma opção na sua noite durante a semana, para curtir uma boa música e apreciar aquela cerveja trincando o crânio!

Início: 22h
Entrada: Homem R$ 7 / Mulher free

Sony lança serviço gratuito de vídeo online Crackle no Brasil

A Sony anunciou nesta terça-feira que seu serviço de filmes e seriados, o Crackle, chegou ao Brasil. E temos boas e más notícias para vocês: a parte boa é que o serviço é completamente gratuito - basta entrar, clicar no filme ou seriado que quiser e encher a boca de pipoca, sem qualquer indício de pirataria. A ruim é que o catálogo e a qualidade da imagem dificilmente empolgarão muita gente.
Leia a matéria completa no Gizmodo.
O Sundaytv já atua neste mercado. A locadora online do Terra oferece séries e filmes com qualidade standard ou em alta definição (HD), simultaneamente à chegada dos filmes às locadoras físicas.
Conheça o Sundaytv clicando aqui.

Acabamento prateado escurece?

MITO: A prata tem como característica natural o escurecimento, este processo acontece quando a prata entra em contato com o oxigênio e pode ser removido sem danificar o acabamento, para isto deve-se utilizar produtos especiais como Yamaha Silver Polish (liquido especial para prata e Silver Cloth) e flanela especial para prata.
Para saber mais sobre o assunto, assista ao vídeo acessando o link: http://br.yamaha.com/services/videos/sopros/

Instrumentos confeccionados em prata são mais difíceis de tocar?
VERDADE: A prata por sua construção molecular é mais resistente à vibração e exige técnica e estudo mais apurado para soar com perfeição, porém sua projeção é superior a outros materiais tais como a alpaca. É muito importante o músico saber se está em um nível técnico de estudo de sonoridade para adquirir um instrumento completamente confeccionado em prata.

Para aproveitar melhor os finais de semana - clique e imprima

quarta-feira, 21 de março de 2012

Like #12 - Pop


(Fonte: Design on the rocks / Artista: Mitch  McGee)

Aconteceu sábado no Clube de Esquina


Tributo a Guns
by
Heróis de Brinquedo

Leitura & Literatura

O fim da Enciclopédia Britânica em papel
O fim da versão impressa da Enciclopédia Britânica, anunciado na última semana, é mais uma das provas irrefutáveis das mudanças que ocorrem no mercado livreiro. Quase um quarto de milênio de impressões sucessivas da Britânica não foram páreo diante de hábitos desenvolvidos na última década e meia. O que fica claro é que hoje navegar por um site é mais natural do que correr com os dedos uma longa lista de verbetes gravados numa folha de papel.

O fim da Enciclopédia Britânica em papel II
Além de hábitos, há evidências numéricas. Os 32 volumes da edição de 2010 (a última a circular) trazem 120 mil verbetes. A versão inglesa da Wikipédia beira os 4 milhões, e é gratuita. O executivos da Britânica já perceberam há tempos a mudança. Hoje, apenas 15% das receitas da empresa vêm da enciclopédia, e a venda de assinaturas on-line e de aplicativos para celulares e tablets responde pela maior parte desta pequena fatia.

O fim da Enciclopédia Britânica em papel III
De certa forma, as obras de referência passam por dilemas similares aos dos meios jornalísticos tradicionais. Ambos os setores vivem de compilar informações brutas, balizá-las consultando ou contratando especialistas, editar e distribuir esse processo lapidado. Se num primeiro momento, o modelo de distribuição – a migração do mundo físico para o mundo virtual – foi o primeiro a ruir, agora descobre-se que a alteração de suporte está diretamente relacionada ao tipo de conteúdo produzido.

O fim da Enciclopédia Britânica em papel IV
No atual estágio, um empreendimento impressionante como a Wikipédia, por mais preocupado que seja com a checagem das informações que distribui, ainda está longe do apuro de um processo editorial como o da Britânica, além de sofrer com sabotagens de cunho político e ideológico. A Britânica aposta nesse diferencial para continuar a vender assinaturas de sua versão eletrônica. A grande questão, que em muito também atormenta jornais e revistas, é saber se o consumidor atual está disposto a pagar por uma informação que se habituou a conseguir de graça. Se ele continuará a reconhecer valor agregado no trabalho realizado por essas empresas.

O novo livro de Paulo Henriques Britto
Paulo Henriques Britto tem uma trajetória interessante nas nossas letras. Saiu do Brasil no começo dos anos 1970 para estudar cinema na Califórnia. Tornou-se nas últimas décadas um dos mais talentosos tradutores do país, além de professor da PUC-RJ. Como poeta, seu “Macau” bateu a árdua concorrência dos prosadores para vencer o Portugal Telecom em 2004. “Formas do nada”(Cia das Letras, R$ 32) é seu novo livro. Mais um passo na sua produção, marcada pelo rigor e pela incontornável matriz cabralina, a que se soma uma articulação de cunho existencial nesta sua nova obra. São dele os versos que encerram a coluna: “Todas as soluções são boas/ menos a que você escolher./escolha, sim. (Mesmo que doa, /dá uma espécie de prazer.)

- José Godoy, CBN -

Cardeno Aprendendo a Ler Música

O quarto livro da coleção “Aprendendo a Ler Música” acaba de chegar ao mercado. Escrito pela coordenadora de difusão musical da Yamaha, Cristal Velloso, o projeto chega via uma parceria entre a Yamaha e a Editora Irmãos Vitale.
Roberto Votta, coordenador editorial do projeto pela Vitale, explica que os livros do Sopro Novo possuem um grande valor didático. “A maneira de expor as ideias transforma o livro em algo muito acessível”, comenta. Para Votta, o maior mérito dessa produção é ser bastante direto com o aluno, simplificando o universo musical – que pode ser bastante complexo.
O coordenador editorial completa dizendo que o livro é a consolidação da parceria entre Irmãos Vitale e Yamaha. “Nós contamos com a visibilidade e a distribuição, enquanto a Yamaha entra com um repertório de muito bom gosto, a didática da Cristal e todo o aparato do projeto Sopro Novo”, explica.
“Aprendendo a Ler Música” já está à disposição em lojas de instrumentos, livrarias e escolas. Pode também ser encontrado no site: www.irmaosvitale.com.br