quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Entrevista Garbage: 'Sabemos ser pop, mas temos desejo perverso pelo diferente'




Uma cantora de beleza estranha, canções cheias de efeitos eletrônicos e ganchos pop. A descrição poderia ser de uma das rainhas das paradas atuais, mas também se encaixa ao Garbage, fronteado pela ruiva Shirley Manson.
O guitarrista Steve Marker, em entrevista ao G1, diferencia sua banda de rock eletrônico das novas estrelas. “Poderíamos ser como Katy Perry, ou Pink, ou essas pessoas que, para mim, não fazem músicas muito desafiadoras, para dizer o mínimo. Mas temos algum defeito em nossas personalidades que não nos deixa nos encaixar totalmente no ‘mainstream’”. Após 19 anos de carreira, com hiato de sete anos antes do novo disco, o independente “Not your kind of people”, o Garbage faz primeiro show no Brasil, no festival paulistano Planeta Terra, no dia 20 de outubro.
Steve Marker é parceiro de longa data do produtor e baterista do Garbage Butch Vig. O sócio no Smart Studios produziu “Nevermind”, do Nirvana. Steve, mais contido, tem uma lista mais discreta de trabalhos, como a engenharia de som de “Bricks are heavy”, do L7.
Mas foi ele que, em uma noite de insônia na TV viu a escocesa Shirley Manson na desconhecida banda Angelfish e convidou-a para o Garbage. “Não acho que haveria uma banda com outro cantor. Foi uma coisa de uma vez só na vida, e mudou todas as nossas vidas”, diz o músico.

Confira a entrevista na íntegra em G1

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