sábado, 6 de outubro de 2012

Criativa Birô chega a Mato Grosso

A coordenadora geral de Ações Empreendedoras da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, Maria Suzete Nunes, apresentou nesta semana, em Cuiabá (MT), o Projeto Criativa Birô a gestores da secretaria de cultura do estado e representantes de outros segmentos estaduais.
Implementado por meio de convênio entre o MinC, governos estaduais e parceiros como o Sebrae ou demais entidades do Sistema S, além de universidades públicas, o Criativa Birô é uma espécie de escritório que oferece suporte multidisciplinar ao micro e pequeno empreendedor criativo. A iniciativa, desenvolvida pela SEC, garante consultoria técnica e jurídica, além de oportunidade de capacitação profissional entre outros serviços de apoio.
O convênio prevê a adaptação de espaço físico, compra de equipamentos e contratação de serviços necessários à instalação desses equipamentos e à prestação das consultorias especializadas. O investimento inicial do MinC é de R$ 1,2 milhão. A contrapartida dos estados fica em R$ 300 mil e inclui a cessão dos espaços físicos.
O objetivo é qualificar a gestão de empreendimentos criativos sustentáveis e dinamizar a cadeia produtiva do setor. Criativas Birôs já foram pactuados e estão em fase de implantação nos estados do Acre, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A previsão é de que estejam funcionando no primeiro semestre de 2013.
Além do Mato Grosso, a expectativa da SEC é firmar convênio até dezembro deste ano com a Bahia, Ceará, Paraná e Distrito Federal, que já receberam a apresentação da SEC. Os escritórios desses estados devem abrir suas portas a partir do segundo semestre do próximo ano, totalizando 11 Criativas Birôs instalados e em funcionamento até o final de 2013.
Os escritórios beneficiarão artistas, produtores e técnicos que atuam como profissionais autônomos; empreendimentos criativos organizados como grupos informais; empreendimentos criativos formais organizados como micro e pequena empresa; cooperativas, entidades de classe, ONGs e empregados de empresas que compõem a Economia Criativa, além dos potenciais distribuidores de produtos criativos.
 - Diário de Cuiabá -

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