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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Lei antifumo também em MT


Mato Grosso passa a proibir o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, na forma que especifica, e cria ambientes de uso coletivo livres de tabaco. É o que determina a Lei 9.256, publicada no último dia 27 no Diário Oficial. De autoria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP), a iniciativa provocou um amplo debate em Plenário, onde os deputados votaram pela derrubada do Veto 106/09 aposto pelo Governo do Estado ao Projeto de Lei 563/08 apresentado por Riva no ano passado.
Dessa forma, fica proibido no território do Estado de Mato Grosso, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, o consumo de produtos derivados ou não do tabaco. Contudo, estão excluídos da determinação os locais abertos em pelo menos um de seus lados, como varandas, calçadas, terraços, balcões externos e similares.
A mesma lei já está em vigor em São Paulo. Conforme o Instituto Nacional do Câncer, milhares de estudos acumulados evidenciam o uso do tabaco como fator causador de quase 50 doenças diferentes, com destaque às doenças cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas.
Riva chama a atenção para o número de mortes provocadas pelo uso do tabaco. Pois, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o total atingiu 4,9 milhões anuais, ou 10 mil mortes por dia. A instituição prevê que, caso as atuais taxas de consumo sejam mantidas, esse valor aumentará para 10 milhões de mortes anuais até 2030.
Conforme a normativa, a expressão recintos de uso coletivo compreende, dentre outros, os ambientes: trabalho, estudo, cultura, culto religioso, lazer, esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos e similares, supermercados, açougues, padarias, farmácias e drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.
Nesses locais deverá ser afixado aviso da proibição, em pontos de ampla visibilidade, com indicação de telefone e endereço dos órgãos estaduais responsáveis pela Vigilância Sanitária e pela defesa do consumidor. E nos recintos coletivos fechados é facultada a segregação de áreas para fumantes, desde que delimitadas por barreira física e equipadas com soluções técnicas que permitam a exaustão do ar da área de fumantes para o ambiente externo.
A lei determina também que o responsável pelos recintos deverá advertir os eventuais infratores sobre a proibição, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necessário mediante o auxílio de força policial. Tanto que o nos locais de fornecimento desses produtos e serviços, o empresário deverá cuidar, proteger e vigiar para que a infração não ocorra dentro da empresa.
O empresário omisso ficará sujeito às sanções previstas no Art. 56 da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 - Código de Defesa do Consumidor, aplicáveis na forma de seus Arts. 57 a 60, sem prejuízo das sanções previstas na legislação sanitária.

(fonte: assembléia legislativa)

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Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional

O serviço prestado pelo Escritório de Direitos Autorais (EDA) existe desde 1898. Através do registro de obras intelectuais, de acordo com a Lei nº 9.610/98, o EDA tem por finalidade dar ao autor segurança quanto ao direito de criação sobre sua obra. O registro permite o reconhecimento da autoria, especifica direitos morais e patrimoniais e estabelece prazos de proteção tanto para o titular quanto para seus sucessores. Além disso, o EDA, através da Lei do Depósito Legal, contribui para a preservação da Memória Nacional, uma das missões da Fundação Biblioteca Nacional.
Informações para Registro ou Averbação: aqui http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_pagina=28

A Sede do EDA funciona no seguinte endereço:
Escritório de Direitos Autorais - FBN
Rua da Imprensa, 16 - 12º andar
Castelo - Rio de Janeiro - RJ - 20030-120

Atendimento ao público:
Entrega de Requerimentos e informações no balcão:
No endereço acima, de 2ª a 6ª feira, das 10 às 16h

Informações pelos telefones:
(21) 2262-0017 e 2220-0039, de 2ª a 6ª feira, das 10 às 16h
Fax: (21) 2240-9179
Endereço eletrônico: eda@bn.br

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Dica de leitura:
O Direito Autoral no Show Business
Tudo o que você precisa saber - Volume 1 - A Música
Nehemias Gueiros Jr.
Música 668 páginas
ISBN - 85-85469-66-8
Publicação - abril de 99
Formato - 14 x 21 cm
Se você é compositor, músico ou intérprete, enfim, se vive do show business brasileiro, este livro é indispensável. Afinal, até há bem pouco tempo no Brasil, o acerto da indústria musical, no Brasil, era feito muitas vezes de boca, ou com base em documentos sem valor legal. Ancorado na recente Lei de Direito Autoral (lei 6.910/98), o advogado e especialista em direito autoral Nehemias Gueiros mostra neste livro o caminho das pedras e revela direitos e deveres das partes na atividade fonográfica brasileira.

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Faça download da Lei 9610 de 19 de fevereiro de 1998 do Direito Autoral.
Diagnóstico das discussões do Fórum Nacional de Direito Autoral e subsídios para o debate.

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Algumas formas de abuso vocal

Tratando-se de saúde vocal, precisamos sempre evitar alguns abusos que podem causar desde leves edemas (inchaço) a calos nas pregas vocais. Podemos citar alguns exemplos:
Gritar sem suporte respiratório;
Falar com golpes de glote;
Tossir ou pigarrear excessivamente;
Falar em ambientes ruidosos ou abertos;
Utilizar tom grave ou agudo demais;
Falar excessivamente durante quadros gripais ou crises alérgicas;
Praticar exercícios físicos falando;
Fumar ou falar muito em ambientes de fumantes;
Utilizar álcool em excesso;
Falar abusivamente em período pré-menstrual;
Falar demasiadamente;
Rir alto;
Falar muito após ingerir grandes quantidades de aspirinas, calmantes ou diuréticos;
Presença de refluxo gastroesofágico, altamente irriante às pregas vocais (o refluxo gastroesofágico é decorrente de disfunções estomacais, responsáveis pela liberação de ácido péptico, que em algumas situações pode banhar as pregas vocais, agredindo-as).
(Informações extraídas do livro "Manual de Higiene Vocal para Profissionais da Voz" Silvia Rebelo Pinho. São Paulo. Pró Fono.1997)

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Dica: cordas para guitarra

Geralmente muitos guitarristas, perdem na qualidade do som devido uma escolha errada de cordas.
Quais são os tipos de cordas encontradas no mercado? Qual a indicação para cada tipo de corda?
0.08 - É um corda extremente leve, indicada principalmente para agilidade e velocidade na execução de técnicas.É muito utilizada em estilos como o rock, heavy-metal.A desvantagem ao utilizar esse tipo de encordoamento é que o som não fica muito " encorpado"," preenchido"" cheio".
0.09- É um tipo de corda mais utilizada entre os guitarristas.É utilizada em vários estilos.Pode-se utilizá-la para agilidade, bends, tapping,arpejos e outros.Na minha opinião é a primeira escolha dentre todas as cordas.
0.10-É um tipo de corda que proporciona um timbre mais " encorpado", " cheio".Possibilita a utilização de timbres mais graves.Utilizada para execução de Power Chords ( base) e variados estilos que utilizam distorção.
As cordas de 0.08 a 0.10 poderão ser utilizadas em Guitarras com Floyd-Rose( Ponte-Alavanca)
0.11- É um tipo de corda mais rígida.Está indicada para Guitarra modelos:
Satratocasters,Les-Paul's ,semi-acústicas .
É usada muito no blues e jazz.
0.12-É um tipo de corda muito rígida.Não recomendo muito esse tipo de corda porque pode empenar do braço do instrumento devido à tensão gerada. Além disso, dificulta a realização de várias técnicas, gera fadiga muscular, devido o esforço repetitivo, ocasionando tendinites.
Vejam abaixo os tipos encontrados de comercializados de encordoamentos:

extra-little = 0.08 - 0.38
little = 0.09 - 0.42
custom little = 0.09 - 0.46
regular = 0.10 - 0.46
reg.-medium = 0.10 - 0.52
medium = 0.11 - 0.52
jazz hard = 0.12 - 0.56

Quanto as marcas de encordoamentos existem vários no mercado, poderá fazer a opção pelos nacionais ou importados.
Prof.Euler

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O Twitter está proibido na Uniban. Porque lá o texto é muito curto.
Um grupo GLBT está preparando um evento em Cuiabá: A Noite do Apagão, APAGAY.
A Dilma perguntou pro Lobão: Pra que esse apagão tão grande?

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domingo, 29 de novembro de 2009

Conheça os efeitos do cigarro eletrônico

A Anvisa vetou o uso de cigarro eletrônico no Brasil. O produto é anunciado como a melhor saída para quem não consegue deixar o vício de lado. Mas será que o e-cigarro pode ser considerado um tratamento?
A resposta é não. Apesar de os fabricantes chineses afirmarem que as baforadas liberam apenas vapor d'água, o governo dos EUA proibiu a venda do produto depois que a FDA --agência americana que regula medicamentos e alimentos-- analisou duas das marcas e apontou a presença de diversos componentes químicos tóxicos, como nitrosamina e dietilenoglicol. Assista ao vídeo: Folha Uol

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O tabagismo causa mais mortes que a soma de acidentes automobilísticos, terremotos e AIDS. O fumante é candidato a: asma, infarto, câncer, ansiedade, ataque cardíaco, insônia, bronquite crônica, menor resistência física, envelhecimento precoce, entre outros males. A indústria de cigarros, através da publicidade, conseguiu estabelecer vínculos entre o hábito de fumar e o prazer de viver. Mas para curtir tudo o que a vida tem de bom qualquer ser humano precisa de pulmão saudável. Contudo, a cada tragada o fumante aspira mais de 4.700 substâncias tóxicas, entre elas: arsênico, monóxido de carbono, substâncias radioativas, além de agrotóxicos. A nicotina atinge o cérebro em 7 segundos e estabelece um processo de dependência semelhante ao da cocaína e da heroína. No entanto, o tabaco continua sendo uma droga socialmente aceita. O tabagismo é uma doença que, apesar de não ser causada por bactéria ou vírus, pela quantidade de mortes geradas, deve ser compreendida como uma pandemia perigosa.

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Tribunal Regional Federal mantém liminar contra Ordem dos Músicos do Brasil – MT

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em decisão proferida pelo Desembargador Francisco Renato Codevila, julgou improcedente o recurso pelo qual a Ordem dos Músicos do Brasil - MT tentava cassar a liminar coletiva concedida pelo Juiz Federal Marcelo Aguiar, da 2ª Vara Federal, processo nº 2009.36.00.006867-3, de dia 12 de agosto de 2009. A liminar declara inconstitucional a cobrança de anuidades bem como expedição de multas e sanções ou processos administrativos aos musicos práticos no Estado de Mato Grosso.
Segundo Dra. Wellen Cândido Lopes, presidente do Instituto Folclórico Jaguaretê e advogada da Associação Indepentende de Música, “todos os músicos que não tem formação universitária em música, ou seja, os músicos práticos, são beneficiados pela liminar. Portanto, não precisam ser inscritos na Ordem dos Musicos, nem pagar anuidades”.
Estima-se que em todo Mato Grosso existem aproximadamente 17 mil músicos que estavam impedidos de exercer a profissão, devido ao não pagamento de anuidades exigida pela OMB-MT.
Atualmente tramita no Legislativo Estadual, Projeto de Lei que atende interesses dos músicos de Mato Grosso, dispensando a apresentação de carteira na apresentação de shows e eventos musicais.
(colaboração: Wellen Candido Lopes)

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Não faz sentido regular Arte, tiranizar e ainda abusar financeiramente. Dinheiro comprovadamente sem volta. Faz sentido a existência de entidade que cuide e não violente.
A Lei Estadual 12.547/07, aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo e sancionada pelo executivo estadual, está em pleno vigor em todo o estado e dispensa os músicos e estabelecimentos da obrigatoriedade da apresentação da carteira da OMB.

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Segredos da voz - respiração

Algumas leis do corpo a não violar: inspiração deve acontecer onde exista maior capacidade
e controle: zona abdominal; elasticidade dos músculos intervenientes; ausência de bloqueios, por excesso de quantidade de ar inspirado; controlo da saída do ar feito pelos músculos intercostais; acção preponderante dos músculos abdominais nos sons de maior intensidade; ataque suave das vogais e inspirações silenciosas (entrada gradual do ar).
A postura ideal para cantar é a que respeita as leis da gravidade, concentrando todo o peso da cabeça, tronco e braços no plano ósseo sacro-ilíaco. Quando estes parâmetros se reúnem, sente-se um bem-estar geral e não é necessário contrariar a forma de respiração preconizada. Quando, pelo contrário, há algum ou alguns factores que não se ajustam, é necessário rever todo o processo respiratório.
A respiração natural (automática) tem sempre dois momentos: 1 – Inspiração, em que o cérebro envia ordem para o diafragma contrair alargando a caixa torácica. 2 – Expiração, em que o diafragma relaxa, subindo, e as paredes do tórax voltam a contrair-se provocando a saída do ar para o exterior.
Na respiração ao serviço do discurso cantado existem três momentos:
1 – No primeiro momento, o ar entra pela boca ou pelo nariz (na segunda hipótese tem a vantagem de ser aquecido e purificado), segue pela faringe, laringe, traqueia, brônquios, bronquíolos, pulmões, chegando à base destes últimos. O diafragma, poderoso músculo que separa o tórax do abdómen, é na sua contracção deslocado para baixo, permitindo que o ar chegue à base dos pulmões. Em seguida, os músculos intercostais expandem-se lateralmente. Durante a inspiração o cantor experimentou sensações cinestésicas nas zonas lombar, pélvica, intercostal e esternal. Completada a inspiração deve existir uma sensação de plenitude e bem-estar, enquanto o abdómen dilatou, bem como a zona das últimas costelas. Não interessa que se tenha inspirado uma grande quantidade de ar, pois isso traria tensões e bloqueios. Não convém que a entrada do ar se tenha realizado com ruído, já que esta situação, para além de inestética, acarreta irritação da mucosa do nariz e da faringe, para além de que o excesso de ar na expiração, ao passar na mucosa, volta a irritá-la e lhe tira capacidades vibráteis; importa sim que a inspiração se tenha passado de forma suave e plena, e que o ar tenha atingido não só a zona abdominal mas também a torácica. Por quê tanto ênfase aos músculos intercostais e tão pouco ao diafragma, músculo fundamental no processo respiratório? É que o diafragma não actua sob a nossa vontade, nem o podemos sentir. O que sentimos é na realidade a distensão dos músculos abdominais provocada pela deslocação visceral durante a respiração profunda. A importância dos intercostais é que estes actuam sob a nossa vontade, são controláveis.
2 – Num segundo momento não há ar a entrar nem a sair e todos os elementos estabilizam.
3 – O terceiro momento é a expiração, e é aqui que reside o controlo, que consiste em evitar que o ar saia em lufadas descoordenadas, descontínuas, e se gaste rapidamente. Controla-se o ar pensando (enviando estímulos) e desencadeando um estado energético eficiente, que guarde os intercostais numa posição de alargamento, para que se consiga uma redução da pressão sub-glótica. Ao fim de certo tempo, os intercostais diminuem a sua acção, activando-se então os músculos abdominais oblíquos, transversais e rectos. Este processo acontece de forma contínua, garantindo assim que apenas o ar necessário passe na glote, levando as vibrações de partícula em partícula até à boca, para que seja possível executar-se um perfeito “legato” sem solavancos. Esta forma de controlar a expiração nunca deve assumir tensão muscular, que implicaria bloqueios e rigidez indesejáveis. Durante a fonação o mecanismo respiratório tem de estar disponível para proceder às alterações das forças aero-dinâmicas, necessárias aos diversos níveis de intensidade e à variedade articulatória de consoantes e vogais.

Lembremos que inspirar demasiado implica perda de mobilidade do diafragma, e, consequentemente, menos firmeza do esfíncter glótico. Para cantar a inspiração deve ser comedida e cómoda, de forma a manter a flexibilidade do diafragma e a tonicidade do esfíncter glótico. Ao fim de uns anos de prática, esta atitude faz parte da “postura vocal” assimilada, e o cantor deixa de se preocupar com ela. Nem sempre é possível fazer inspirações profundas, lentas, e com o ar a entrar pelo nariz. Muitas vezes precisamos de inspirar pouco, rapidamente e pela boca, devendo neste caso evitar-se tensões e pressas, programando atempadamente estas situações.
- Manoela de Sá # Portugal -

A produção do som depende, basicamente, de ar e da laringe, onde estão as cordas vocais. A larìnge é composta por três anéis de cartilagem. Dentro destes anéis, estão as cordas vocais, que são pequenos músculos com grande poder de contração/extensão. São classificadas em verdadeiras e falsas.
As verdadeiras (com cerca de 1 cm nos homens e até 1,5 nas mulheres) estão na parte inferior da laringe e as falsas na parte superior. O som da voz normal é produzido pelas verdadeiras e o falsete pelas falsas.
Durante a respiração, as cordas vocais permanecem abertas, enquanto que para a produção de som elas se fecham, e o ar faz pressão, causando uma vibração que produz o som.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Hoje: U2 STATION no Clube de Esquina

Hoje tem

U2 STATION

no
Clube de Esquina
(ao lado da Escola Técnia)

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Rádio Alternativa: Rock n' Fúria!


A galera do bairro Cristo-Rei em Várzea Grande já teve a oportunidade de conhecer.
Agora o Rock N' Fúria quer que você, internauta, morador de toda a Várzea Grande e Cuiabá
também tenha a chance de conhecer o programa de rádio mais rock n' roll de Mato Grosso!
é só acessar o site da rádio alternativa fm http://www.radioalternativa-mt.com.br/
todos os domingo das 19:30 as 22:00. E se você é daqueles a moda antiga e ainda é adepto
ao rádio, é só sintonizar a freqüência 105.9 FM, mas vale lembrar que essa sintonia só pega em
Várzea Grande.

O programa Rock N' Fúria é produzido por: Teco FxDxO, Nay Monteiro e ESPAÇO FÚRIA (VG)

(texto: Pauta, mande a sua!)

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Frame Guitar (frame works)

“O Frame Guitar é meu grande companheiro na estrada. Quem inventou, desenha e fabrica é um luthier alemão, chamado Frank Krocker. Trata-se de um violão perfeito para quem viaja e tem de carregar seu instrumento dentro da cabine do avião. Ele é desmontável, por isso se chama Frame (seu corpo é vazado).
A afinação é regulada do lado oposto ao convencional. Alguns estranham e ficam procurando as cravelhas sem encontrá-las. No meu caso, me acostumei rápido. O instrumento usa o sistema de pré-amp RMC, em que cada corda tem captação separada. Isso dá uma clareza incrível ao som.
É um instrumento que nunca dá problema de feedback. O som é quase o de um instrumento acústico. Gosto de tirar sempre um pouco do médio para deixar o som mais natural. Basta ligar o Frame que ele responde satisfatoriamente e com um ganho de volume que segura a onda, até com uma big band – já tive essa experiência várias vezes”.
- Joyce # Guitar Player -

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Vale Cultura

Vale-Cultura: Primeira política pública voltada para o consumo cultural.
Aprovado na Câmara, no dia 19 de outubro, encontra-se no Senado Federal. O Vale-Cultura, no valor de R$ 50, possibilitará aos trabalhadores adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, dentre outros produtos culturais. Similar ao tíquete-alimentação poderá beneficiar cerca de 12 milhões de trabalhadores e injetar, na economia da cultura, até R$ 600 milhões/mês. Confira mais detalhes no Blog do Vale-Cultura

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Foi exonerado o secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa. Isso aconteceu depois dele denunciar o "mensalinho". Governo e base aliada agindo para apagar vestígios de corrupção. Dica de leitura: escândalos

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Secretário municipal troca gestão do Misc


O Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (Misc) já tem um novo nome para a sua gestão: o ator e produtor cultural Ivan Belém. Quem deu em primeira mão essa notícia ao Folha 3 foi o próprio secretário municipal de Cultura, Adevair Cabral (PDT). "Estava tudo irregular, sem nada por escrito. Não tinha contrato de gestão, licitação nem qualquer documento", diz Cabral sobre a gestão do Espaço Cubo, até então responsável pela administração do local.

O secretário informa que pediu a desocupação do espaço porque o Misc passará por uma reforma. "Nada lá dentro está funcionando, como os ar-condicionados, por exemplo", informa. Cabral disse que não havia extintores por lá. "Se pega fogo ali, já foi", afirma. Mesmo com a iminente reforma, a programação segue a mesma até o dia 20 de dezembro, e somente depois dessa data o museu ficará fechado por dois meses.

Outra observação feita pelo atual secretário diz respeito ao horário de visitação do Misc. "Toda vez que a gente passa em frente está fechado. Ou parece estar, porque não tem nada escrito sobre o horário de funcionamento", diz. Segundo Cabral, o mais importante daqui para a frente é fazer com que o Misc funcione como um museu da imagem e do som de Cuiabá.

Tanto o Espaço Cubo como o Grupo GLBT e a Rádio Calçadão – que também realizam suas atividades tendo como sede o Misc – já entregaram as chaves. Enquanto Ivan Belém não assume – ele é funcionário de carreira da Secretaria Municipal de Cultura –, um assessor da secretaria está no local, Rowel Araújo.

HISTÓRICO
A administração do Misc vinha sendo feita pelo Espaço Cubo desde 2008, em ritmo intenso. Várias ações, como shows musicais, teatrais, dança, oficinas, palestras, workshops, reuniões e encontros sobre políticas públicas eram realizados no local. Há pouco tempo Caroline Barros, Juliana Capilé e Tatiana Horevicht foram nomeadas por Pablo Capilé, fundador do Espaço Cubo, para estarem à frente da gestão do local. "Foi um processo de transição tranquilo, tudo seguido à risca", informa Juliana Capilé.
Segundo o secretário municipal de Cultura, Adevair Cabral, o plano é reinaugurar o Misc com uma exposição.

(fonte: Folha 3)

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Sábado (28/11): Heavy Metal Night no Cavernas Bar



Neste sábado o Metal rola solto no Cavernas bar.
Entrada 5 reais, cerveja geladíssima e Heavy Metal a noite toda!

Maiores informações é só clicar no e-flyer acima.

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Renato Braz - sáb no Sesc Arsenal

Numa cena em que o papel de intérprete parece ter se tornado propriedade da figura feminina, surge Renato Braz - um cantor que fez da noite paulistana sua primeira escola e também sua primeira vitrine. Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB - Edição Vocal, Renato Braz, nascido na capital de São Paulo, iniciou sua carreira se apresentando em vários cafés, pequenas casas de shows e bares noturnos. É da influência assumida e assimilada de Milton Nascimento e Tim Maia que brota seu canto.

Em 1996, lança seu disco de estréia, o homônimo Renato Braz, que lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp de melhor disco na categoria revelação.
Em fevereiro de 1999 apresentou-se na Alemanha acompanhado pelo percussionista Bré, nas cidades de Hamburgo, Wuppertal e Heidenhein.
Lançou, no final de 1998, seu segundo cd, História Antiga, com a participação, como arranjador e músico, de Dori Caymmi.
Em novembro de 2000, a convite de Edu Lobo, integra o elenco do espetáculo O Grande Circo Místico, ao lado de Arnaldo Antunes, Cássia Eller, Nando Reis, Daniella Mercury, Nelson Ayres,Orquestra Jazz Sinfônica, entre outros.
Lançou, em março de 2002, o seu terceiro cd, Outro Quilombo, em que se destacam as participações especiais do percussionista Bré, cantando “Fiz uma Viagem” (tema do folclore brasileiro recolhido por Dorival Caymmi) e de Dori Caymmi, que canta com Renato Na Ribeira Deste Rio (poema de Fernando Pessoa musicado pelo próprio Dori).
Em novembro de 2002, como parte da premiação do Prêmio Visa, lançou pelo selo Eldorado o cd Quixote, com as participações especiais de Alaíde Costa, Chico Cesar e Dori Caymmi.
Em maio de 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, realizado na cidade de Charleston, nos EUA. Em junho do mesmo ano, voltou aos EUA a convite do saxofonista norte-americano Paul Winter para participar do Summer Solstice, concerto que é realizado anualmente na grande catedral gótica St. John The Divine.
Em dezembro de 2005 ao lado do oboísta Paul Mc Candless e do coral russo Dimitri Pokrovsky Ensemble, apresentou-se em Nova Yorque no Winter Solstice Celebration .
Em maio de 2006 lançou o disco “Por Toda a Vida”, uma homenagem aos compositores paulistanos Jean Garfunkel e Paulo Garfunkel pelo selo Biscoito Fino, aclamado pela critica especializada. Este CD lhe rendeu o Prêmio Rival Petrobrás na categoria Cantor Popular no mesmo ano.
Em outubro do mesmo ano, a convite do maestro Nelson Ayres, participou do concerto em homenagen ao compositor Heitor Villa-Lobos ao lado do violonias Fabio Zanon, o flautista Marcelo Barbosa e o Quarteto de cordas da cidade de São Paulo entre outros.
Em 2006 ao lado de Roberta Sá, Maria Rita, João Bosco e Chico Buarque participou do CD “Forró Pras Crianças” produzido pelo cantor Zé Renato para a gravadora Biscoito Fino.
Em Junho de 2007, ao lado de Sizão Machado, Guello, o percussionista Bré e o guitarrista Gerson Oikawa, participou pela segunda vez do Spoleto Festival - USA na cidade de Charleston na Carolina do Sul.
Atualmente está gravando um album de canções inéditas com enfoque especial nos compositores de sua geração.
Pela gravadora americana Living Music gravou seu sexto álbum, que será lançado em junho de 2009, produzido pelo saxofonista norte-americano Paul Winter com participações de Nelson Ayres, Eugene Friesen, Paul Mc. Candles, Toninho Ferragutti, Don Grusin, Bré e Sizão Machado.

SERVIÇO:
Espetáculo - Renato Braz
Data: 28/11/09
Horário: 20h
Local: Teatro do Sesc Arsenal
Entrada: R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia) R$ 5,00 (comerciário)

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Programa Bolsa de Estágio 2010 SESC

O SESC Mato Grosso está realizando inscrições para o programa especial de bolsa de estágio 2010, dos seguintes cursos:

Administração
Comunicação social
Educação Física
Enfermagem
História
Letras
Música
Nutrição
Pedagogia
Serviço Social

Carga horária: 20 hs semanais
Exigências: ver edital aqui e no mural do Sesc Administração Regional
Interessados, preencher Ficha de Inscrição disponível na Unidade.
Sesc Adm. Reg. - R. São Joaquim, 399 - Centro Sul - Cuiabá - MT
Baixe o edital em pdf

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Teoria musical num tópico (resumidíssimo)

A música, é a "Arte de manifestar, os diveros afestos de nossa alma, mediante o som".
A Música divide-se em 3 partes: Melodia,Harmona e Ritmo. Sendo assim: Melodia, é a combinação de sons sucessivos- dados, uns após outros; Harmonia, a combinação de sons simultâneos - dados de uma só vez e Ritmo, a combinação do valor das figuras.
A Música, é a única linguagem "universal", pois, ela é sempre representada, sobre uma pauta de cinco linhas e quatro espaços, onde se colocam as notas e acidentes musicais. Esta Linhas e Espaços, são chamados Naturais, e contam-se da parte inferior, para a parte superior. Cada nota colocada, nessas pauta, tem seu valor, essas notas, são: Semibreve, que vale quatro tempos; a Mínima, que vale dois tempos; a Semínima, que vale um tempo; a Colcheia, que vale meio tempo; a Semicolcheia, que vale um quarto de tempo; a Fusa, que vale um oitavo e a Semifusa, que vale, um décimo sexto de tempo. Nessa pauta, há ainda, linhas perpendiculares, as quais servem para dividir os compassos.Esses compassos, são sempre a soma das nota, podendo ser: Binário, Ternário e Quaternário. Notavelmente, temos apenas três tipos de claves, a clave de Dó, de Sol e de Fá, cada uma para uma espécie de instrumentos ou afinações, assim: A clave de Dó, na primeira linha, é para os Sopranos, na segunda linha é para os meios sopranos, na terceira linha pra os contraltos e na quarta linha, pra os tenores. Aclaves de Sol, serve pra os instrumentos agudos, sempre na segunda linha e a Clave de Fá, serve para canto e instrumentos graves, sempre na terceira e quarta linha. Ainda temos, os acidente, que são: Sustenido, que faz elevar a nota, meio tom; Bemol, que faz abater a nota, meio tom; Dobrado Sustenido, que faz elevar a nota, mais meio tom; Dobrado Bemol, que faz abater, mais meio tom; Bequadro, que restirui a nota a seu estado primitivo e a pausa, que serve para passar em silêncio o valor das notas. As notas são para exprimir os sons.

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Redução das horas de trabalho de 44 para 40 semanais:
O prejuízo (lucro cessante) e as despezas excedentes por conta de horas extras, que também sofrem aumento na atual proposta, sai do bolso do empresário, que por sua vez repassa ao trabalhador, com redução de salário e demissão. O governo manda, mas não banca. Apenas uma jogada eleitoreira.

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Base Oculta preparando o cd "Vamos Nessa"

O cd da Base Oculta está sendo produzido. No último ensaio rolou a gravacao de 3 musicas novas, que irão fazer parte do cd "VAMOS NESSA"
Então pra quem quiser conferir a gravação feita no ensaio Pré-Produção, é so acessar o MYSPACE:
www.myspace.com/baseoculta
ou baixar direto do site da banda: www.baseoculta.com

Musica 01: Vamos_nessa
Musica 02: Logo_penso
Musica 03: Inverno_vermelho

Ps.: Base Oculta toca Sábado (28/11) no Festival Proclama Rock em Cuiaba/MT

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Lançamento do livro "Cantos de amor e saudade", em Cáceres - sexta

"Uma cidade, uma personagem, uma história. Um rio, um cenário tropical, acontecimentos dramáticos. Uma escritora de texto saboroso, presentificando o passado, desfiando uma narrativa com traços poéticos. Um tema de fundo, de uma época de pioneirismo desbravador, lembrando outras sagas de novas fronteiras. Gabriel Garcia Márquez e uma novela histórica no Rio Magdalena na Colômbia, talvez.
Mas não é uma história de ficção. É uma história de vida vivida. De um tempo resgatado tornado hoje. Um outro rio, no Brasil. Uma vida cuja jornada ilumina, com dignidade, uma experiêcia das infinitas experiências possíveis. Ser humano".
O texto do escritor e professor da ECA-USP, Edvaldo Pereira Lima, está na orelha do livro "Cantos de amor e saudade", da jornalista Martha Baptista - sul-mato-grossense radicada em Cuiabá. Publicado pela Editora Entrelinhas, o livro conta a história do município de Cáceres ( 210 km a sudoeste de Cuiabá) através das lembranças de uma antiga moradora da cidade, a carioca Estella Rodrigues Ambrósio, que morreu em outubro de 2000. O lançamento acontecerá na Câmara Municipal de Cáceres, nesta sexta-feira, a partir das 20h, por iniciativa do vereador Celso Fanaia Teixeira (o professor Tetinho).

- Muito sucesso, Martha!
Martha Baptista é do blog Cá Entre Nós

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Interatividade, bandas e internet


Uma pequena dica para as bandas independentes que estão iniciando e não sabem muito bem por onde começar na internet:

Grande parte das bandas independentes tendem a gravar suas músicas e acabam escolhendo o Myspace como saída para encontrar mais ouvidos interessados em seu som. Mas isso é o bastante?
Já é de praxe usar um visual mais moderno, colocar fotos, agenda da banda e algumas curiosidades, mas para manter o público com interesse constante, só isso não basta. Outros meios como o Twitter e Orkut podem ajudar muito, mas nunca se esqueça da interatividade (você ainda não é estrela pra ficar se gabando por ter uma banda). Responda aos "fãs" que acabar criando e mantenha a atualização constante em todos os meios da internet que utilizar, mas não se utilize de muitos, pois pode acabar se esquecendo de alguns. Lembre-se que você também é fã de algumas bandas e gosta de ser bem tratado (isso é o principal, depois da música...).
PalcoMP3, TramaVirtual e outros meios de mostrar as sua música são sempre tentadores, mas escolha sempre poucos e mantenha-os muito atualizados.

A alma da internet é a interação e atualização.
Não se esqueça da musica, senão essas dicas não vão fazer diferença alguma.

Alguma sugestão ou dúvida, comente!

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Jovem lê mais que adulto, mas muitos dizem que é obrigação

Crianças e jovens entre 5 e 17 anos leem três vezes mais que os adultos, mas 45% afirmam que o fazem por obrigação. Apenas 26% consideram o hábito da leitura um prazer. Os dados, que estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2007 com 5.012 pessoas em 311 municípios, indicam que o jovem leitor não manterá o hábito da leitura depois de concluída a fase escolar.
A diretora editorial da Editora Record, Luciana Villas-Boas, avalia que, embora envolvidos com os meios eletrônicos, os jovens estão cada vez mais interessados nos livros. Segundo ela, mesmo quando já tiveram acesso ao texto na internet, os jovens não abrem mão da relação física com a obra.
"O livro é melhor. Além do prazer, a relação física com a obra influencia a absorção do conhecimento e os jovens perceberam isso", disse Luciana Villas-Boas. Na tentativa de ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de leitores, o Ministério da Cultura trata a internet como aliada.
A modernização das bibliotecas públicas inclui a instalação de centros digitais. "Nada substitui o livro. Não vamos cair na armadilha de opor a internet ao livro. Mas, inevitavelmente, a internet leva o jovem ao universo da leitura e da escrita", afirma o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.
O brasileiro, segundo Luciana Villas-Boas, da Editora Record, segue as modas internacionais. Com o jovem, afirma, não é diferente. "E somos cobrados sempre que há demora na publicação de uma série. O jovem já leu na internet, mas quer o livro", explica.
Para Fabiano dos Santos, é importante estimular a leitura de qualidade, mas a formação do hábito é fundamental. "Por isso, tratamos a internet como aliada", afirma. "A leitura é fundamental para o desenvolvimento humano. É um elemento de inclusão social. Quem lê, amplia seus conhecimentos e sua capacidade de crítica. Ao fim de um livro, você não é mais o mesmo", completou.
- Terra Notícias -

Ilustração de Kat Thomas Littrell, de Cuiabá

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O violino - parte 3

Luthieria
A luthieria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa de ressonância. A forma mais comum de denominar os que exercem esta profissão é de luthier. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.

Stradivari
Os violinos Stradivarius são os mais valiosos do mundo. Foram feitos mais de mil instrumentos, entre eles violinos, violas, violoncelos e outros instrumentos de cordas pelo mestre Antonio Stradivari (1644-1737), mas atualmente restam poucos intrumentos feitos por ele no mundo. Um Stradivarius de 1720, não dos mais famosos, foi comprado num leilão em novembro de 1990 por 1,7 milhão de dólares.
Um dos vários segredos da beleza estética dos violinos de Stradivari reside em que o seu construtor desenhava-os utilizando a Secção Áurea. A Secção Áurea representa um elemento de equilíbrio estético. Já a sua qualidade sonora, mesmo com as tecnologias existentes, nunca foi superada. É bastante provável que seja apenas fruto da idade dos instrumentos.

Partes do Violino (veja foto)
Ouvidos, Efes ou Aberturas acústicas são os orifícios que permitem aos sons (vibrações), amplificados pelo corpo do instrumento, atingir o espaço externo e finalmente nossos ouvidos.
Cravelhas são as peças de madeira (quatro, uma para cada corda), onde se fixam as cordas, e são usadas para afinar o instrumento girando-as em sentido horário ou anti-horário, a fim de retesar ou afrouxar as cordas. Os violinos desafinam com facilidade, especialmente com mudanças de temperatura, ou em viagens longas. Um violino precisa ser afinado muitas vezes até que as cordas novas se acomodem.
Cavalete é a peça na qual se apóiam as 4 cordas distendidas. A parte inferor do cavalete - dois pequenos pés - fica apoiada no plano harmônico do violino (seu tampo superior - o inferior chama-se fundo). Pequenas ranhuras no cavalete mantêm as cordas no lugar. O cavalete tranforma as vibrações horizontais em verticais e depois transmite as vibrações das cordas para o corpo do violino.
Cordas: Antigamente eram feitas de tripa de carneiro. Hoje são de aço cromado ou de material sintético, revestidas com uma fita metálica de alumínio, níquel, ou, as melhores, de prata. A 1ª corda - mi - a mais aguda, é um fio de aço cromado, sem revestimento.
Estandarte é uma peça aproximadamente triangular que fixa as cordas na extremidade oposta ao braço.
Micro-afinador é um pequeno acessório metálico que se prende no estandarte, no furo correspondente às cordas. Possui um parafuso que ao girá-lo, permite precisão na afinação da corda.
Queixeira: Peça anatômica que serve para o violinista acomodar de maneira mais confortável o violino ao queixo. Foi inventada pelo alemão Ludwig Spohr.
O Arco é feito de madeira (os melhores em Pau-Brasil pernambucano). Fios de crina de cavalo (ou de plástico tipo nylon) são ajustados às duas extremidades desta peça de madeira, longa e curva, com cerca de 75 cm de comprimento. A crina tem ajuste de tensão feito por um parafuso colocado no talão, a parte segura pela mão direira do violinista. A outra extremidade do arco denomina-se ponta. A crina deve ser afrouxada quando o arco não está sendo usado. Afrouxar a crina ajuda a preservar a flexibilidade da madeira. O arco do violino é como a respiração para os cantores ou os instrumentistas de sopro. Seus movimentos e sua articulação constituem a dicção dos sons e a articulação das células rítmicas e melódicas. Todas as nuanças sonoras, colorido e dinâmica musical do violino estão intimamente ligadas à relação existente entre a condução do arco e a precisão dos movimentos sincronizados da mão esquerda junto com a mão direita.

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Ney Matogrosso ganha Prêmio Shell pelo conjunto da obra

29º artista a receber o Prêmio Shell de Música, graças a seu conjunto de obra, Ney Matogrosso juntou-se na noite desta terça-feira a uma galeria de artistas que inclui, entre outros, Pixinguinha, Tom Jobim, Johnny Alf, Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Moacir Santos, Paulinho da Viola, João Donato, Zé Kéti, Jorge Ben, Tom Zé...
Ney recebeu seu troféu numa cerimônia no Vivo Rio, lotado de convidados da empresa petrolifera, que focou em seu campo de atuação. Ou seja, nível quase zero de celebridades na plateia, composta por gente do ramo: postos de gasolina, distribuição de combustível e afins...
Após a atriz Lucélia Santos ler o texto de abertura, Ney recebeu das mãos do presidente da empresa seu troféu e... "Fico meio estranho nesses eventos. Confesso que nada que faço é pensando em prêmio, mas quando recebo fico muito feliz!!!!", contou.
Mais feliz ficou quem, logo em seguida, pode curtir a última dose do show "Inclassificável". Após a apresentação de um grande grupo de cantores e dançarinos de um projeto de inclusão social de São Paulo, que fez um pout-pourri com sucessos do cantor, Ney abusou de seus dotes camaleônicos, andróginos, sensuais. Com os exóticos figurinos de Ocimar Versolatto, que vai tirando através do espetáculo, até ficar praticamente quase nu, malha cor da pele e um tapa sexo (obrigado pela correção, já que, no início da madrugada, eu escrevera porta sexo), ele investe em canções de apelo pop-rock, incluindo três clássicos de Cazuza, "O tempo não para", "Por que que a gente é assim" e "Pro dia nascer feliz".
Terminado o show, recebeu amigos no camarim, que, como na canção de Cazuza, Frejat e Ezequiel Neves, repetiam o refrão: "Mais uma dose, é claro que eu tô a fim!".
Subo as fotos que K fez da fila do gargarejo, e depois uma no camarim, e, na manhã desta quarta, entram também as de Mônica Imbuzeiro, na foto galeria...
- O Globo -

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cachorro Doido - rock'n roll de verdade nesta quinta

Muito rock'n roll com

Cachorro Doido

no
Clube de Esquina
nesta
quinta, 26/11/09, às 22:30 hs

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Goiânia comemora 15 anos de festival independente e se torna a nova capital do rock

Pense num lugar em que o taxista ouve Ramones, o prefeito aparece no Orkut fazendo sinal de chifrinho e o desconhecido que oferece carona é músico de uma banda que toca no principal festival da cidade. Pois foi isso que a gente encontrou em Goiânia. A capital de Goiás, lugar-comum das duplas sertanejas (Zezé di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo e Bruno & Marrone vieram de lá), virou, faz tempo, um celeiro do rock. A gente só não imaginava que a coisa fosse tão grande. E interessante. Com uma dúzia de festivais independentes, selos, estúdios, casas de shows e bandas em profusão, Goiânia ferve. E é a cara de um fenômeno que se alastra: longe demais do grande circuito, mas perto o suficiente da internet, a produção cultural alternativa vem conquistando corações e mentes no Brasil inteiro. Só que essa história não vem de hoje. Começa 15 anos atrás, com dois moleques e uns trocados.
Márcio Jr. tinha uma banda e um zine. Leo Bigode também. Os dois viviam numa loja de discos do centro de Goiânia, acabaram virando sócios da loja (o.k., o negócio faliu, mas isso não vem ao caso) e, inspirados por experiências como o Festival Junta Tribo, em 1993 e 1994, em Campinas, decidiram fazer parecido. (...)
- O Globo -

...........
Estamos assistindo de camarote a incompetência deste governo:
Depois do inexplicável apagão vieram os mirins, em SC, RJ e Brasília.

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Música digital vai mudar radicalmente de formato

O futuro da música digital está diretamente ligado à experiência do consumidor. Baixar MP3 para o celular, comprar discos via iTunes ou ouvir bandas por meio do MySpace são atividades que fazem parte do presente. Mas em poucos anos esse cenário irá mudar radicalmente, na opinião de Gilles Babinet, criador da Sawnd, empresa francesa que gerencia conteúdo musical.
A primeira mudança significativa já ocorre no âmbito da produção de música. As outrora poderosas gravadoras, que mantinham total controle sobre o gerenciamento de um artista, estão condenadas a desaparecer, segundo Babinet. Ou, no mínimo, devem ficar bem menores. "O tamanho não é mais uma vantagem na área da música. Selos pequenos, que atuem de uma maneira intensa na internet, vão ser bem sucedidos em um futuro próximo."
Para ele, o grande desafio que a música digital enfrenta hoje é o de encontrar um meio de proporcionar uma experiência significativa para o usuário, seja por meio de dispositivos fixos ou móveis.
E para que isso aconteça, artistas terão que pensar no seu produto como algo muito mais amplo. "Nós vamos concordar em pagar mensalidades para ouvir música, desde que a experiência seja fascinante. Ter um empresário que entenda de internet é obrigatório", diz Babinet, citando como exemplo a banda Black Kent, que era desconhecida e, por conta da sua atuação na internet, já conseguiu ter vídeos vistos mais de 6 milhões de vezes. "Graças à boa música, mas também graças ao bom marketing on-line."

Fim do MP3
Babinet afirma que o MP3 começará a desaparecer a partir de 2010. "Isso porque se trata de um formato antigo, criado há 20 anos, com qualidade de som limitada. O MP3 funciona para download, mas o crescimento de oferta de serviços em streaming [em que não é preciso baixar o conteúdo] pode combater sua predominância."
Em cinco, dez anos, a maioria dos usuários da Europa e dos Estados Unidos terá feito assinaturas de serviços que oferecem música. "Vídeos vão se firmar como uma nova maneira de ouvir música, especialmente por conta do crescimento de plataformas de vídeos de música em alta definição, que ainda não existem", diz ele. "Interação das bandas com sua comunidade de fãs será o padrão", acrescenta.
- Folha Online -

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Festival Proclama Rock - sábado no Palácio das Torres


FESTIVAL PROCLAMA ROCK
data: 28/11/09, sábado, 18:00
local: PALACIO DAS TORRES - Jd. Italia (mapa na foto)
Bandas, documentário, festa rave e premiações

Satay Away
Antiguidade Moderna
Males de Anto
Lynhas de Montagem
Base Oculta
Pé Rachado
Los Torrones (DF)
Tiaques
Cabaret Zumbi (DF)

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Audiência Pública do Vale-Cultura: bate-boca no senado

Debate sobre Vale-Cultura gera bate-boca em audiência no Senado
Panfleto supostamente eleitoreiro foi motivo de polêmica com a oposição.
- G1 -

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, participou de um audiência pública no Senado nesta terça, 24, para tratar do projeto do Executivo criando o Vale-Cultura, que tramita na casa. Na audiência conjunta entre as três comissões que analisam a proposta - Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) - o ministro afirmou que as leis de incentivo, que fomentam a produção cultural, não conseguiram mudar o retrato cultural da exclusão no Brasil. Os números apresentados pelo ministério mostram que a maior parte da população não tem acesso à cultura: 14% vão ao cinema uma vez por mês, 92% nunca frequentaram museus, 93% nunca foram a exposições de arte, 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança, 92% dos municípios não têm cinema, teatro ou museu. Além disso, apenas 17% dos brasileiros compra livros, disse o ministro. "A sociedade não consegue disponibilizar bens e serviços culturais para toda a população. Nunca chega a 20% da população o acesso aos bens e serviços. O único serviço cultural que é universalizado no Brasil é a TV aberta. Todos os outros são de repercussão muito pequena", disse o ministro. Ferreira disse ainda que o Governo está conseguindo disponibilizar mais dinheiro que na época da Embrafilme para a produção cinematográfica brasileira. Contudo, diz, a inviabilidade de ir ao cinema ultrapassa as classes C, D e E, por conta da escassez de salas, principalmente fora dos grandes centros. Mesmo nas grandes cidades, estão concentradas em shoppings, com "a pipoca mais cara do mundo".
O vale, explicou o ministro, será um cartão magnético, com valor nominal mensal de R$ 50, sendo que R$ 5 são descontados do trabalhador. As empresas que aderirem podem descontar até 1% do imposto devido. A previsão do ministério é que o vale cultura inclua 12 milhões de pessoas no consumo cultural e, em até três anos após o início do funcionamento, injete R$ 7 bilhões por ano na economia da cultura.
Para Ferreira, a proposta não apresenta rejeições no meio. "É um mecanismo consensual, praticamente não tem divergência na sociedade", disse. Apesar do consenso anunciado pelo ministro, o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) disse que o projeto demanda correções. A senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN) propôs que o vale pudesse ser usado para a compra de jornais e revistas. É dela também a proposta de que haja valor igual para trabalhadores e aposentados. Pela proposta do Executivo, os aposentados receberiam vale cultura de R$ 30. Outros senadores questionaram o ministro no mesmo sentido, cobrando o credenciamento de bancas de jornais para que também pudessem aceitar o vale cultura.
Por conta da divergência, o senador Flexa Ribeiro, bem como a senadora Rosalba Ciarlini, propuseram que a audiência fosse remarcada, com a presença de sindicatos ligados ao setor cultural, da Ancine, além da ANJ (Associação Nacional de Jornais) e Aner (Associação Nacional das Editoras de Revistas), para que houvesse contradição, auxiliando o voto dos senadores.
- Tela Viva -

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Concurso Bandas Megazine: conheça os cinco finalistas

Desde agosto, quando começou o Concurso Bandas Megazine, as quase 900 bandas inscritas, as legiões de fãs e apreciadores de boas músicas aguardavam ansiosamente pelo momento em que seriam conhecidas as cinco finalistas.
Os organizadores acabam de anunciar os grupos que vão subir ao palco do Teatro Odisseia para o momento de consagração:
A Trama
Suíte Bar
Sete Por Meia Dúzia
Columbia Coffee
Conecrewdiretoria

Agora, é hora da festa! O show será no dia 2 de dezembro, quando conheceremos a banda vencedora, escolhida pelos jurados.
os cinco grupos finalistas vão gravar duas faixas em um CD que será comercializado pela Som Livre. A banda vencedora será destaque da edição do dia 8 de dezembro da Megazine, terá uma de suas canções comercializada como ringtone pela Oi, fará um show ao vivo que será transmitido pelo site da Oi Novo Som e participará do programa Rock Bola, da Oi FM. Os vencedores ainda terão um dia para usar como quiserem os estúdios da Som Livre.
Para mais informações, visite o site do concurso.
Links:
Site: http://www.oglobo.com.br/bandasmegazine
http://twitter.com/bandasmegazine
Comunidade no Orkut
Canal no YouTube

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O violino - parte 2

Posição Correta
Corpo ereto e busto para frente. As pernas devem ficar um pouco abertas para estabilizar o equilíbrio do corpo. A perna direita pode ser recuada um pouco para trás. Motivo: Quando o movimento do arco for rápido, o braço direito terá maior facilidade para executar as notas. O peso do corpo fica mais apoiado na perna esquerda.

Posição do violino no corpo
O violino deve ser colocado em cima da clavícula esquerda e apoiado de leve no ombro esquerdo. O braço esquerdo deve estar na mesma direção do pé esquerdo.
Inclinar o violino para o lado direito. Puxar a queixeira e encostá-la no queixo, para manter o violino horizontalmente. Não levantar nem abaixar o ombro esquerdo; deixá-lo solto. A técnica do violino é muito delicada. Forçando-se o ombro, o movimento dos braços será impedido. Se o ombro for baixo, usar espaleira, para não forçar o pescoço nem o ombro. A espaleira é para adaptar o instrumento ao corpo do aluno. Há pessoas que não precisam usar espaleira, pois seu corpo já é adequado ao violino. A queixeira deve ser adequada a cada pessoa para que o violinista fique bem à vontade.
Quando segurar o violino a posição tem de ser natural, isto é, sentir o violino como se fosse uma parte do corpo. Observadas as posições acima explicadas e o arco tocado com leveza, liberdade, harmonia de movimentos e perpendicular em relação à corda, fica mais fácil de se tocar o instrumento.

Como usar a mão esquerda
O cotovelo esquerdo deve situar-se por baixo do tampo do violino, sendo a melhor posição o cotovelo encontrar-se mais para a direita do violino. Para facilitar a movimentação dos dedos esquerdos, o pulso deve estar na mesma direção do antebraço e completamente relaxado.
A juntura dos dedos esquerdos deve estar na altura das cordas. Os 4 dedos (indicador, médio, anular e mínimo) devem estar encurvados. Colocá-los na direção da corda para depois pousá-los. O polegar deve estar apoiado de leve no braço do violino, na direção entre os dois primeiros dedos (indicador e médio). O polegar deve estar assim para que os 4 dedos restantes se apóiem com a mesma força nas cordas. Se alguém tiver o polegar maior, este sobressairá para cima do braço do violino ao apertar à corda sol.
Quando as cordas forem abaixadas pelos dedos, cuidado para não endurecer as falanges dos dedos, nem o cotovelo. Os dedos devem ser colocados sem força, de modo leve sobre as cordas. Quando os dedos não estão sendo usados, deixá-los na posição natural, isto é, encurvados.

Como pegar o arco
Deixar o braço direito solto, como se estivesse andando. Pegar no arco com a mão direita livre, sem modificar sua posição. Isto facilitará a movimentação do arco nas cordas.
(Deixar todo o peso do braço sobre o arco,como se o braço estivesse morto).
Forma igual à anterior, com as duas falanges do polegar um pouco curvadas. A extremidade do polegar deve estar na extremidade do talão, deixando o polegar metade para a madeira do arco e metade para o talão. O polegar deve estar perpendicular em relação ao arco.
Segurar o arco entre a 1ª e 2ª falanges do indicador e na 1ª falange do médio; deixar o dedo mínimo na forma arredondada e perto do botão do arco. O dedo anular é deixado naturalmente. O polegar deve estar no meio do dedo indicador e do médio, só que do outro lado do arco.
Segurar o arco corretamente é muito importante para uma boa execução. O indicador direito controla a pressão do arco nas cordas, o que afeta o volume e o timbre do instrumento. O violinista precisa manter todo o corpo relaxado, à vontade.
É importante dizer que o dedo indicador e o dedo mínimo promovem funções importantes na intensidade do som obtido. Estas funções são chamadas de pronação e supinação,que são feitos através do ´´rotacionamento´´ do ´´antebraço´´.
´´PRONAÇÃO:´´ A pronação é o movimento de pressionar o dedo indicador no arco (rotacionar o antebaço para o lado esquerdo gerando pressão no dedo indicador), aliviando a pressão exercida pelo dedo mínimo (dedinho). Este movimento acarretará em uma maior intensidade do som.
´´SUPINAÇÃO:´´ Já a supinação é o movimento de pressionar o dedo mínimo no arco (rotacionar o antebraço para o lado direito) aliviando a pressão do dedo indicador, fazendo com que o som seja menos intenso.NOTA: Não é necessário fazer pressão com o dedo Mínimo (dedinho),pois o próprio peso do talão ja é suficiente para com a intensidade do som.
Observação: Ponta do arco: Pronação. Talão do arco: Supinação.
É importante para o violinista dominar estas técnicas, aliadas com outras, gerando uma melhor qualidade nas execuções.

Técnicas de arco
Pizzicato (beliscado): Os violinistas nem sempre usam o arco quando tocam. O pizzicato consiste em tocar as cordas com os dedos, dando pequenos puxões ou beliscadas. Raramente o pizzicato se estende pela melodia inteira, e quando se lê na partitura a palavra arco os executantes interrompem o pizzicato e voltam a usar o arco.
Col legno (com a madeira): O arco é segurado de lado, de forma que a madeira do arco roce nas cordas, produzindo um curioso efeito rangente. Aparece no começo de Marte, o Mensageiro da Guerra, da suíte de Holst Os Planetas.
Vibrato (vibrado): Uma das importantes técnicas de instrumentos de cordas. Existem 3 tipos de vibrato: o de dedo, o de punho e o de braço. Consiste em fazer o som vibrar, formando uma flutuação mínima na afinação da nota, para cima e para baixo. O vibrato de dedo é para passagens mais rápidas. O de punho é o mais comum, e o de braço é para expressar com certa força, paixão, drama no trecho. É usado sobretudo em notas longas.
Corda dupla: Significa tocar, ao mesmo tempo, em duas ou três cordas, e consequentemente duas ou três notas, de uma só vez. No violino não é possível tocar simultaneamente mais do que três notas.
Harmônicos ou Flautado: Notas suaves produzidas pelo toque muito leve com a polpa dos dedos em pontos estratégicos sobre a corda. Assemelham-se às notas da flauta e são usadas com mais freqüência na música moderna.
Glissando (deslizando): O violinista escorrega o dedo sobre a corda, tocando todas as notas dentro do intervalo tocado, o que permite que todos os sons interpostos sejam ouvidos. Os glissandi aparecem quase exclusivamente nas músicas do século XX.
Sul ponticello (na pontezinha): Indica que o violinista deve passar o arco próximo ao cavalete, o que origina um som de timbre agudo, de arranhudura.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Circuito Cultural Lusófono chega hoje a Cuiabá

Cuiabá recebe nesta terça e quarta-feira (24 e 25.11) mais uma etapa brasileira do Circuito Cultural Lusófono, um programa que visa promover a divulgação, trocas e geração de negócios culturais entre países e comunidades de língua portuguesa no mundo. O Circuito surge na sequência de vários projetos de intercâmbio desenvolvido nos últimos anos, com a proposta de construir um instrumento eficaz e continuado de garantia de trabalho e de dignificação de criadores e agentes socioculturais lusófonos.
O projeto é coordenado pela Associação Etnia Cultura e Desenvolvimento (Portugal) em colaboração com Associação Etnia Cabo Verde (África) e Instituto Cultural Lusófono no Brasil, em parceria com o Sebrae em Mato Grosso e Governo do Estado via Secretaria de Estado de Cultura (SEC). A produção local é da Dom Negócios Culturais.
Mário Alves, presidente da Associação Etnia-Cultura e Desenvolvimento, ressalta a construção de redes e cooperação técnica para a promoção de intercâmbio entre os países de língua portuguesa, sendo todos eles com grande potencial adormecido e ainda desconhecido no Brasil e entre eles próprios. Para ele, esse Circuito tem revelado ser uma grande oportunidade para a circulação da produção artístico/cultural destes países e até mesmo para a geração de negócios culturais, movimentando a economia da cultura dos países lusófonos.
O público cuiabano receberá uma programação variada com apresentações artísticas, Conferências, mostra de vídeos e Mesas redondas. Dois dos mais ilustres músicos de Guiné-Bissau (África), Maio Coopé e Kimi Djabaté, estarão presentes no evento. Mato Grosso marca presença com o Grupo de Percussão do Departamento de Musica da UFMT e Caçula do Pandeiro, ambos de Cuiabá. No Brasil, o Circuito está sendo apresentado desde maio de 2009, tendo passado pelos estados de Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais e Bahia. Em Portugal foi estreado em Évora em Junho passado e está percorrendo algumas importantes cidades históricas do país, levando artistas brasileiros e africanos.

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Por que exercícios ficam mais fáceis com música?

Com a chegada da primavera, milhares de atletas de ocasião correm às academias para perder as gordurinhas adquiridas no inverno, tentando entrar em forma a tempo para o verão. Mas não importa qual seja a modalidade de exercício escolhida, um instrumento está quase sempre presente, tanto quanto os tênis e as roupas de ginástica: a música.
Mas afinal, o que é que a música e os exercícios têm que combinam tão bem? Vários estudos recentes tentam entender a relação entre nossos pés e ouvidos, e há 20 anos o psicólogo de esportes Costas Karageorghis estuda esta conexão.
Além de seus estudos em laboratório, Karageorghis ajudou a criar uma maratona em Londres que tenta encontrar a combinação perfeita de músicas para as corridas, com bandas tocando ao vivo. A segunda edição anual da maratona “Run to the Beat” (“Correndo no ritmo”, em tradução livre) contou com 9 mil maratonistas – ou cobaias -, correndo ao som da banda ou de seus próprios tocadores de mp3. Uma seleção de músicas cientificamente escolhidas está disponível aqui.
De acordo com o pesquisador, existem quatro fatores que contribuem às qualidades motivadoras de uma música: resposta ao ritmo, musicalidade, impacto cultural e associação.
Os dois primeiros fatores são considerados internos, já que são relacionados à estrutura da música, enquanto os outros dois são externos, que refletem como interpretamos a música. A resposta ao ritmo está ligada às batidas por minuto (bpm) da canção e como ela se encaixa na cadencia dos batimentos cardíacos do corredor. A musicalidade, por sua vez, está ligada à melodia e harmonia da música.
Os efeitos exteriores levam em conta as experiências e preferências musicais das pessoas e as associações que fazemos com certos artistas e músicas.

A escolha da música perfeita
Escolher a música certa para os exercícios pode ter muitos benefícios: segundo um estudo recente, sincronizar as batidas da música com o ritmo do exercício ajuda a aumentar sua eficiência. Na pesquisa, participantes que pedalavam no ritmo da música utilizaram 7% menos oxigênio que quando pedalam sem a música.
A música também pode ajudar a calar aquela voz na sua cabeça que diz que é hora para parar de se exercitar. Pesquisas mostram que este efeito resulta em uma redução de 10% no esforço percebido durante exercícios na esteira.
No estudo realizado por Karageorghis, 30 participantes sincronizaram o ritmo da corrida ao da música, que era de 125 bpm. Antes do experimento, foi feito um questionário para selecionar a música utilizada no testes, e os participantes puderam escolher entre música pop e rock. Quando comparados com outros que se exercitaram sem música, os atletas tiveram uma performance 15% mais eficaz.
“A aplicação sincronizada da música resultou em uma maior resistência, enquanto as qualidades motivacionais da música tiveram impacto significante sobre a interpretação da fadiga no momento da exaustão voluntária”, diz o pesquisador.
De acordo com o estudo, quando o coração dos atletas está atuando entre 30 e 70% da sua capacidade máxima, eles preferem um aumento linear de músicas entre 90 e 120 bpm. Já quando as pessoas atingem entre 70 e 80% do seu máximo, preferem um ritmo entre 120 e 150 bpm. Quando chegamos a um nível acima de 80%, atingimos um limite, e não preferimos músicas mais velozes.
Outro estudo recente, realizado na Universidade John Moores, em Liverpool, olhou para a questão do ritmo com um ângulo diferente. Um grupo de ciclistas voluntários pedalou ao som da mesma música durante três testes diferentes. O que eles não sabiam é que a música foi tocada primeiro na velocidade normal, depois em um ritmo 10% mais lento, e depois mais rápido. A pequena mudança não é suficiente para ser notada pelos participantes, mas afeta seus desempenhos.
A aceleração da música aumentou a distância percorrida em um mesmo tempo e a intensidade das pedaladas. A diminuição do ritmo, por sua vez, causou uma queda de 3,8% na distância percorrida pelos ciclistas, além de 9,8% na força das pedaladas.
Encontrar a música perfeita para o seu exercício pode ser mais fácil agora, com um plug-in chamado Tangerine. Quando integrado à biblioteca do iTunes, ele faz uma playlist baseada nas batidas por minuto que você desejar, arrumando a ordem das músicas para aumentar e diminuir as bpms, para o aquecimento e relaxamento.
- MSNBC -

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LG lança o primeiro celular transparente do mundo

Chega ao mercado brasileiro o LG Crystal GD900, primeiro celular com teclado transparente do mundo.
Além de operar as funções tradicionais, o teclado, confeccionado em vidro temperado, também faz reconhecimento de escrita e funciona como um touchpad para navegar entre os menus do aparelho ou pela Internet.
O aparelho tem tela sensível ao toque de 3 polegadas (WVGA 480X800), com interface gráfica 3D S-Class, que é a mesma utilizada no modelo Arena, mas com suporte à tecnologia Multi Touch.
Possui também câmera digital de 8.0 megapixels com foco automático, flash e estabilizador de imagem; além de Rádio FM e MP3 Player com tecnologia Dolby Mobile. recurso Gesture Command permite configurar gestos na tela transparente para acessar rapidamente os ícones do menu. A memória interna é de 1.5 GB e acompanha também um cartão de memória de 2GB.
O aparelho também possui conexão Wi-Fi, tecnologia 3G, sensor de movimento, Bluetooth Estéreo e tecnologia Dolby Mobile.
O celular também traz um recurso interessante para e-mails. O “LG Push Mail” é um sistema de recebimento automático e instantâneo de mensagens de e-mail.
O LG Crystal GD900 será vendido por todas as operadoras, mas começa a ser vendido inicialmente nas lojas da Vivo. Seu preço sugerido (desbloqueado) é de R$ 1.699,00.
- René Ribeiro, da PC WORLD -

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Em decisão política, FUNAI contradiz seu próprio parecer técnico e opina a favor da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu
Todos os governos criam versões convenientes e o fenômeno se acentua nas eleições. Na semana passada, no entanto, o governo Lula excedeu todo o nível tolerável de distanciamento dos fatos: ventos de Itaberá provocaram o apagão; o mensalão foi uma tentativa de golpe contra Lula; Dilma Rousseff é defensora da floresta. Tudo ficção. Mas o corte das emissões pode virar verdade. (...)Minc acusou os assentamentos de estarem entre os maiores desmatadores da Amazônia. (Míriam Leitão)
Lula apoia o enriquecimento de urânio pelo Irã, mas fica indiferente à ociosidade de Angra dos Reis (que não é poluente) provocada por entraves (ou inabilidades) do próprio governo.
"Metas de emissão" nem se fala. Está só no papel. Uma promessa de agora, tempo de eleições.

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O violino - parte 1

O violino é um instrumento de quatro cordas,mi5, lá4, ré4, sol3 - do naipe das Cordas Friccionadas, que seria corresponde ao Soprano da voz humana. O timbre do violino é agudo, brilhante e estridente, mas, dependendo do encordoamento utilizado, pode-se produzir timbres mais aveludados e mornos. Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos. O som geralmente é produzido pela ação de friccionar a crina de um arco de madeira sobre as cordas. Esticada na parte inferior do arco está a crina, que é feita de vários fios de crina de cavalo, ou de material sintético. A crina de cavalo dá uma maior qualidade ao som. Antes de tocar o instrumento, o violinista passa sobre a crina uma resina chamada Breu, que tem o efeito de produzir o atrito entre os fios da crina e as cordas, gerando o som. O som produzido pelas cordas é transmitido ao corpo oco do violino, denominado caixa de ressonância, pela alma, um cilindro de madeira que fica dentro do corpo do violino, mais ou menos embaixo do lado direito do cavalete. A alma liga, mecânica e acusticamente, o tampo superior ao inferior do violino, fazendo com que o som vibre por todo o seu corpo. O Violino requer muitos cuidados, já que é um instrumento "sensível" às variações de temperatura e humidade, além de ser muito frágil. Recomenda-se sempre passar por ele uma flanela limpa e seca após tocá-lo e, sempre, guardá-lo em local longe do sol, poeira e humidade. E sempre afrouxar o arco após o uso, para que o mesmo não fique torto.

História do violino
Os primeiros violinos foram feitos na Itália entre os meados do fim do século XIV e o início do século XV, evoluindo de antecessores como a rebec, a vielle e a lyra da braccio. Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três familias de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivari (com a latinização deu-se Stradivarius, Guarnerius).
O violino propriamente dito manteve-se inalterado por quatrocentos anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas, graças às mudanças feitas pelo fabricante de arcos François Tourte, a pedido do virtuose Giovanni Battista Viotti, em 1782.
O violino tem longa história na execução de músicas de raiz popular, que vem desde os seus antecessores (como a vielle). A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV.

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