
A Bossa Nova explodiu quase que simultaneamente no mundo todo. Até hoje o planeta tenta chegar perto do nosso ziriguidum malandro.
Presença cativa em todos os festivais de Jazz, denota sua autêntica maestria. O próprio rock sempre se ligou à bossa nova. Lembro de dois dos maiores
críticos da música da década de 70, Nelson Motta e Ana Maria Bahiana, que
escreviam densas matérias na revista "Rock, A História e a Glória" (a qual eu era leitor). Nunca deixaram de malhar seus textos em direção à 'nova onda'. Quero dizer o quanto rico é essa bossa, que influencia músicos como o rockeiro Lobão e o gurú da guitarra Carlos Santana.
Agora, Cuiabá tem a grande oportunidade de degustar uma amostra desse produto, da melhor forma.
Próximo dia 25 de maio o show "Homenagem a Tom Jobim: Afro Bossa Nova", na Praça das Bandeiras a partir das 17h. Gratuito!
50 anos da Bossa Nova.
Maestro Paulo Moura (clarinete - diretor musical do projeto) e Armandinho (filho do trio elétrico baiano e segundo guitarrista da banda A Cor do Som) que estarão se apresentando com Gabriel Importa (Violão) e ainda três percusionistas baianos, Giba Conceição, Gabi Guedes e Nei Sacramento.
Quem abre o show é o Trio Tocandira (de Cuiabá) com a presença de Paulo Monarco, Luciana Bonfim, Anselmo Parabá, Hildes e no sopro Tom Dejavite (sax), Toni Maia (trombone), fagner (sax), Hooper (trompete) e na percussão Paulo Martins. O projeto percorre 16 capitais brasileiras e tem produção local do Instituto Cultural América (Inca) e foi selecionado pelo Edital Democratização Cultural, do Grupo Votorantim, via Lei Rouanet. Ressalto a parceria do Instituto Mandala.
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